Voltando o olhar para o passado encontramos no cenário suzanense duas Instituições católicas, hoje extintas, que marcaram a história de Suzano e sobretudo a formação moral e cultural de muitos suzanenses, são elas: a Escola Paroquial São Sebastião e a Escolinha Tenshi Yochien (Anjo da Guarda). A primeira era animada pela radiante presença das Irmãs Felicianas, (entre elas havia a Irmã Inês, severa e muito organizada) e dos Padres Americanos que deram início à construção da Matriz na Praça João Pessoa. A segunda era animada pelas Irmãs japonesas, que além de prestar serviço na Escolinha, acolhem ainda hoje, no escondido eremitério da Casa Nazaré, grupos de pessoas e famílias.. Junto com elas havia o missionário holandês Pe. Guilherme Hopp, presidente da Instituição e dirigente espiritual da Colônia Nipo- Brasileira.
Os suzanenses sempre tiveram em grande apreço a extinta Escola Paroquial São Sebastião e também a extinta Escolinha Tenshi Yochien ( Anjo da Guarda), pelo fato de oferecerem aos alunos o ambiente ideal para alcançar o objetivo de uma excelente formação humana, cultural e espiritual.
Na verdade, as Instituições católicas que surgiram no mundo inteiro, gozam de grande reputação por parte das famílias, por apresentarem modelos culturais de elevado cunho acadêmico e religioso.
Chegou o crepúsculo para as duas Instituições católicas, porém, há quase 15 anos, nasceu onde havia a Escolinha, na Rua Firmino Mariano Dias, na Vila Figueira, um novo Colégio Católico. Nele, há alunos que frequentam o Ensino Fundamental Uno e Dois ou o Ensino Médio. É óbvio que haja nos alunos uma sensibilidade maior à fé cristã, além de uma cultura em excesso pelo valor que se dá ao estudo, como algo que parece combinar com o sonho de vislumbrar uma carreira brilhante, num horizonte não muito distante.
Os docentes são escolhidos e selecionados entre os professores que transbordam de sabedoria, fé e boa formação acadêmica.
Os alunos curtem aulas brilhantes, seguindo o método positivo, mas sobretudo aprendem a sonhar um mundo mais justo, solidário e fraterno, aprendem coisas lindas que nestes tempos são tão raras. A formação norteia-se em torno das atividades, acadêmicas, religiosas e recreativas.
A inspiração que as Irmãs Servidoras do Senhor e Pe. Marcos, atual Diretor, veem dando ao Colégio baseia-se num catolicismo cultural, intelectual e espiritual. A espiritualidade católica tem uma dimensão universal, pois a felicidade que Cristo veio anunciar é oferecida a cada ser vivo, para que todos cheguem a viver no reinado da mais digna alegria.
É por isso que as Escolas católicas dos Jesuítas, dos Maristas, dos Salesianos e de tantas outras entidades religiosas são as mais procuradas.
Não pode ser diferente também pelo Colégio Paulo VI de Suzano. Além disso, os suzanenses sempre mergulharam numa sólida tradição religiosa e cristã. Sabemos que Deus é o grande Autor da nossa vida e a Ele se dirige a nossa espiritualidade.
Antes de qualquer coisa, o Colégio Paulo VI educa a mente e o coração para que os alunos sigam o rumo e a rota de um futuro brilhante.
A ternura, posta em comunhão entre as Irmãs, Pe. Marcos, professores e alunos, torna mais visível o clima de família que reina no Colégio.
Deixo aqui o meu agradecimento a Dom Pedro Luiz, Bispo diocesano, que quer ver o Colégio transbordar de encanto e beleza, aos pais que reconhecem o valor e a importância da formação cultural, moral e cristã de seus filhos, às Irmãs, ao Pe. Marcos, aos professores e aos funcionários do colégio que trabalham para ajudar os alunos, a viverem a cada dia um novo amanhecer.