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‘007 Contra Spectre’, da franquia de James Bond, estreia amanhã no cinema

04 NOV 2015 - 07h00

"Os mortos estão vivos", recita Sam Mendes, diretor inglês que comanda seu segundo (e possivelmente último) filme da franquia de James Bond, chamado “007 Contra Spectre”, com estreia marcada para amanhã. "Há uma razão para termos escolhido iniciar o filme com uma cena de ação na Cidade do México, justamente na comemoração do ‘Día de Los Muertos’. Os mortos estão vivos. E isso tem muita ligação com essa história. É o máximo que eu posso dizer."

Era 14 de junho deste ano, o 130° dia de filmagem deste que é o 24º longa da história do espião fictício mais famoso do mundo. Jornalistas de todo o globo, reunidos pela distribuidora Sony Pictures, sentados em uma sala espaçosa em Cancún, no México, viam e entrevistavam elenco e produtores de “007 Contra Spectre” por meio de videoconferência. O temporal tropical do lado de fora dificultava a chegada do sinal de vídeo e voz, mas funcionava como um aliado para parte da produção do filme, que se esforçava para manter detalhes da trama em segredo naquele momento.

Até mesmo o rosto do vilão do filme, interpretado pelo duas vezes vencedor do Oscar Christoph Waltz, era escondido pelas sombras no primeiro trailer. Sabia-se apenas o que a entidade Spectre, uma organização cujo nome é a sigla em inglês para Executiva Especial de Contrainteligência, Terrorismo, Vingança e Extorsão, estaria de volta à vida de Bond, depois de um longo imbróglio judicial iniciado enquanto Ian Fleming, criador de 007, ainda era vivo, nos anos 1960.

Com o passar dos meses até o enfim lançamento do quarto longa protagonizado pelo inglês Daniel Craig, mais e mais da trama foi divulgada. E Bond é, cada vez mais, caçado pelo passado que há tempos o assombra. “007 Contra Spectre” faz o possível para concluir o trabalho iniciado por Craig no ótimo “007 - Cassino Royale”, de 2006. Depois dessa estreia, vieram o mediano “007 - Quantum of Solace” (2008) e o arrasa-quarteirão “007 - Operação Skyfall” (2012).

Cada um dos três anteriores é citado em Spectre, como se tudo não passasse de uma mesma narrativa, algo não usual para a mitologia de Bond. O espião já foi interpretado por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnanantes de Craig, e os filmes sempre compunham uma espécie de antologia de historias do personagem, sem a necessidade de se estabelecer uma cronologia e tramas interligadas. Agora, não. Acontecimentos do fim de Cassino Royale têm impacto direto na vida do personagem.

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