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Batidão internacional atrai 60 mil fãs no Festival Tomorrowland no Brasil

22 ABR 2016 - 23h01

Nem a crise - nem a notícia terrível da morte de Prince - afastaram cerca de 60 mil fãs de música eletrônica da diversão e dos 53 DJs escalados para o primeiro dia da segunda edição do Tomorrowland Brasil, que ocorreu na última quinta-feira no Parque Maeda, em Itu, a 95 km do Centro de São Paulo.

Celebrado como um dos maiores festivais do mundo em qualquer gênero, o Tomorrowland confirmou sua vocação para atrair gente de vários cantos do mundo - bandeiras dos Estados Unidos, Espanha, Argentina, México, Equador, Colômbia, Venezuela, Alemanha, Canadá, e até da Bélgica, país de origem do evento, eram vistas com facilidade no evento (são 65 nacionalidades, segundo a organização). Outro item comum eram os paus de selfie, geralmente proibidos em evento de grande porte como este.

O engenheiro belga Ed Van Hameren, 23, veio com amigos ao Brasil e resolveu, por conta da distância, fazer uma trip: passou por Rio, Ilha Grande, Paraty, São Paulo e acabou no DreamVille, o acampamento do Tomorrowland que recebe cerca de 20 mil pessoas. "Como na Bélgica é muito caro e difícil conseguir os ingressos, aproveitamos a viagem e viemos ao Brasil mesmo", ri.

Alguns fãs reclamaram de uma falta de água intermitente nos chuveiros do acampamento - quatro minutos de água corrente custam 4 pearls, a moeda adotada no Tomorrowland no novo sistema cashless. Uma pulseira magnética, ou um cartão, servem como moeda de troca dentro do parque, num sistema pré-pago, e cada pearl custa R$ 6,25. "Depois que você paga o ingresso, a única coisa de graça aqui dentro é andar", brincou um segurança, em frente a uma barraca de uma marca de cerveja que vendia uma bebida "frozen", a partir de onde se formava uma fila enorme. O festival negou, por meio da assessoria, que falte água no DreamVille.

O sol da tarde e os 32ºC também ajudaram a formar uma fila diante do novo Fusion Pool Stage, ou o "palco da piscina", menor do que os outros cinco, mas o único onde se podia, ao mesmo tempo, tomar um banho e dançar. A fila, mesmo grande, andava rápido. O sol também foi aliado nas vendas da loja oficial do evento - o item que mais saía, segundo os vendedores, eram os bonés, R$ 95.

A nova prática de compra e venda agradou ao analista financeiro Carlos Torres, 30, venezuelano que mora no Brasil há cinco anos. A reclamação foi pela decoração, praticamente a mesma do ano passado. "Parece que eles guardaram em um galpão e só tiraram os objetos de lá nesta semana", comparou. Já a estudante chilena Javiera Monastero, 24, não pareceu se importar muito com isso. "Para mim, é como um sonho estar aqui", comentou.

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