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Jornal Diário de Suzano - 24/09/2020
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Bruno Mazzeo conversa sobre carreira no humor

31 JAN 2016 - 07h00

As aparições de Bruno Mazzeo nas novelas são sempre bem espaçadas. Mas isso não significa que o descontraído Rui de “A Regra do Jogo” não possa ser seduzido para aparecer mais vezes no ar. Tanto que, apesar do ritmo intenso de gravações da trama das 21 horas da Globo, o ator ainda arrumou tempo para gravar a nova “Escolinha do Professor Raimundo”, coprodução entre o Viva e a Globo, e escrever e atuar em um dos principais papéis de “E Aí, Comeu?”, série do Multishow que estreia em junho. E, apesar de ter uma carreira inteira solidificada no humor, Bruno afirma que essa não é uma regra para tê-lo em algum projeto.

"Eu queria fazer um personagem mais dramático. Acho que seria um desafio", diz ele, que também participou das novelas “Beleza Pura”, em 2008, e “Cheias de Charme”, em 2012.

Esta confissão gera surpresa. Afinal, sua vasta experiência como autor que começou, inclusive, na própria “Escolinha do Professor Raimundo”, em 1991, escrevendo para o pai, Chico Anysio lhe permitiria que criasse um projeto em um gênero novo em que pudesse vivenciar outras experiências. Mas, aos 38 anos, Bruno não tem problemas em admitir que não se sente preparado para isso.

"Meu olhar sobre o mundo é cômico. Tudo tem a sua hora. Talvez eu não esteja pronto ainda para escrever um drama, assim como um romance literário, que é um dos meus desejos", entrega.

Empatia com o público

Na novela de João Emanuel Carneiro, Rui é um homem criado na Zona Sul e formado em Arquitetura que, com a forte crise que o Brasil enfrenta, não consegue se sustentar. Para resolver o problema, decidiu vender o apartamento que ganhou de presente da mãe, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e se mudou com a mulher, Tina (Monique Alfradique), para o Morro da Macaca, comunidade onde vive parte dos personagens da trama.

"É claro que ele não está feliz por isso, afinal, perdeu a vida que tinha. Mas a maneira como enfrentou essa situação criou uma empatia com as pessoas", avalia o ator, que reconhece ter recebido, indiretamente, uma ajuda extra para conquistar a confiança para interpretar Rui e a "química" com os parceiros de cena, principalmente com Monique.

"Só aparecemos na terceira semana da novela. Tivemos outro tipo de preparação e percepção para entender melhor o núcleo do Morro da Macaca", explica.

Na tevê paga

Quando todos os detalhes para a produção da série “E Aí, Comeu?” entraram em discussão, a intenção de Bruno não era assinar o roteiro final. Na verdade, não imaginava que isso seria viável, em função de sua agenda. Mas calhou de ser em uma época em que era possível e não perdeu tempo.

"Montamos uma equipe de quatro roteiristas. A história está mais madura e os personagens, mais experientes. Na verdade, acho que é resultado do nosso próprio entendimento sobre o que queríamos falar e do nosso olhar amadurecido", analisa.

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