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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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Contadores realizam mais de 70 atividades em 2015

30 DEZ 2015 - 07h00

O ano de 2015 foi de muito trabalho para o grupo suzanense Contadores de Mentira. Foram intercâmbios, viagens, espetáculos em sua sede, atividades formativas dentro e fora de seu espaço, militância, filme, livro e muita vida. O grupo tem 20 anos de formação.

Pra começar o ano, o grupo embarcou para o Equador para realizar o projeto de intercâmbio "Ofício e Raízes", que nesta 3ª edição aconteceu com o grupo Contraelviento de Quito. Foram 15 dias de imersão, realizando trocas artísticas, apresentações, conferências e bate-papos. No Equador, o grupo foi condecorado pelo trabalho realizado no Brasil.

Após esta etapa, o grupo iniciou uma maratona de apresentações do espetáculo Curra - temperos sobre Medeia, contemplado no edital de Circulação do ProAc. Ao todo foram 12 viagens percorrendo cidades, do interior, Grande São Paulo e Capital. Além do espetáculo, o grupo também circulou com oficinas de culinária africana, tambor e teatro.

Este ano, o grupo também viajou com o espetáculo "O Incrível Homem pelo Avesso", que participou do importante festival de teatro "Festivale", em São José dos Campos. Este ano foi sua 30º edição.

O Contadores ainda manteve atividades em sua sede, no Parque Maria Helena. Foram mais de 50 atividades gratuitas e a preços populares.

O grupo iniciou, no Teatro Contadores de Mentira, o projeto "Assentamento de Resistência Cultural", que tinha como principal base a formação artística e cidadã, o que englobou oficinas, workshops, apresentações de teatro e dança, rodas de conversa, shows, saraus e vivências.

Passaram pelos Contadores este ano os grupos: Girandolá, de Francisco Morato; Tecelagem, de Jacareí, Bocaccione de Ribeirão Preto, Teatro da Investigação - São Paulo; Teatro Popular a Casa de Bambu, de São Paulo; Buraco D'oráculo de São Paulo e outros. Na Formação, o grupo desenvolveu o projeto "Atuadores de Barro na Cidade de Concreto", que ofereceu aulas de Teatro, Musicalização e Multiplicadores Culturais, com duração de 10 meses. Além de workshops e vivências de: Maracatu; Cavalo Marinho, Caroço e Cacuriá; Dança Afro-brasileira; Estudos do Movimento; Teatro épico; Teatro Hip Hop; Circo Cênico. Também realizou as rodas de conversa: Teatro Negro no Brasil; Jornalismo Cultural; Políticas Públicas; Protagonismo Negro; Organizando posso desorganizar; Caminhos para uma Formação artística.

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