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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Débora Nascimento fez aulas de dança de salão

24 JAN 2016 - 07h00

O sonho de ser protagonista muitas vezes gera grande carga de expectativa diante de alguns testes até que a escalação seja confirmada. Mas Débora Nascimento deu sorte e não passou por isso. O convite para viver a doce Filomena de “Êta Mundo Bom!” partiu do próprio diretor Jorge Fernando, quando a moça ainda atuava na pele da vilã Sueli, de “Alto Astral”.

"Fiquei feliz porque ele viu aquela personagem dentro de mim e depositou uma confiança incrível nessa decisão", conta a atriz.

Na história, Filomena é apaixonada por Candinho (Sergio Guizé), rapaz adotado pelos pais dela antes de conseguirem ter outros filhos. Tratado como empregado, ele foi expulso da fazenda após ser flagrado beijando a jovem. E ela, desiludida com esse afastamento, caiu na lábia do vilão Ernesto (Eriberto Leão). Fugiu para São Paulo e se entregou a ele depois de uma promessa de casamento, mas foi enganada e passou a trabalhar no clube noturno Taxi Dancing.

"Filomena é uma mulher meio menina, que acredita na palavra das pessoas. Já derramei muitas lágrimas em cenas dela, mas isso é normal na trajetória de uma mocinha", analisa.

Para convencer nas cenas do Taxi Dancing, Débora passou dois meses e meio se dedicando às aulas de dança de salão. A atriz já faz balé há muito tempo e adora forró, mas confessa que não tinha a menor intimidade com os passos ensaiados para a novela. E não hesita na hora de contar qual foi sua maior dificuldade nesse aprendizado.

"Tem todo um jogo com o parceiro. Você precisa deixar o homem te levar e eu sou uma mulher forte. É mais fácil guiar do que me deixar ser guiada. As aulas fizeram com que eu entendesse essa condução do outro", entrega.

Outro detalhe de suas cenas no clube noturno é que são as que contam com caracterização mais demorada. Nas outras, Débora quase não usa maquiagem e, ao contrário de muitas atrizes que se incomodam ao aparecer no ar ao natural, ela até valoriza essa situação.

"Acho ótimo para mim. Não demoro quase nada para me arrumar e não agride tanto a pele. Só passo um protetor solar e um corretivo, por causa de olheiras", explica.

E como sua última personagem usava o cabelo liso, não foi necessário fazer qualquer alteração no visual da atriz para a personagem. "Não pediram nada. Nem mesmo para emagrecer ou engordar", diz.

Outra questão que Débora encarou bem foi a prosódia. Nascida e criada em uma fazenda do interior, Filomena precisava ter um sotaque mais caipira. Algo que foi trabalhado com a preparadora Iris Gomes, da própria emissora. As aulas começaram dois meses antes de gravar suas primeiras cenas, mas a atriz reconhece que uma particularidade a ajudou. "Sou da Zona Leste de São Paulo, então já puxo alguns 'erres'. Foi fácil encontrar o jeito de falar da Filomena. E, ao mesmo tempo, uma delícia passar por esse processo", garante.

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