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Jornal Diário de Suzano - 21/04/2021
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‘Esquadrão Suicida’ estreia hoje em Suzano contando história de supervilões

04 AGO 2016 - 08h00

O filme “Esquadrão Suicida” estreia, hoje, no Centerplex de Suzano. E o público já pode ter visto muitos filmes de super-heróis, mas nenhum como esse, até porque não é um filme de super-heróis (embora tenha a participação do Batman de Ben Affleck). “Esquadrão Suicida” é um filme de supervilões, reunindo os badguys da DC Comics. A Warner – responsável pela distribuição– realizou na última quarta-feira a pré-estreia do longa em 863 salas de todo o País. A classificação etária é de 12 anos.

“Esquadrão Suicida” reúne uma impressionante galeria de vilões (e vilãs). Na trama, estão todos presos - numa cadeia de segurança máxima - e são cooptados por uma oficial da agência de inteligência dos EUA (Viola Davis), que acredita que será possível formar uma força-tarefa dos piores, para que possam fazer o bem.

“Esse é o tipo da ideia que, não faz muito tempo, seria impensável, mas daí tivemos ‘Deadpool’ e o próprio ‘Capitão América - Guerra Civil’, com todos aqueles heróis brigando entre si. Existe hoje mais interesse pela área cinzenta. O mundo nos mostra todo dia que as coisas não são preto e branco. EsquadrãoSuicida é o anti-Vingadores.”

Entre outros, Jared Leto faz um Coringa excepcional, reinventando o personagem, mas mantendo o alto nível das criações de Jack Nicholson e HeathLedger. Cada vez melhor, Margot Robbie rouba a cena por sua dupla criação como a Dra. Harleen Quinn e Arlequina, a mais sexy, despudorada e violenta das vilãs, sempre aprontando com aquele taco de beisebol. “O que é? Fazemos coisas ruins porque somos vilões, né?”, é uma das frases dela. Mas justamente o Coringa e Arlequina são apaixonados, como Pistoleiro (Will Smith), de outra forma, ama a filha e Diablo (Jay Hernandez) é atormentado por haver destruído a família.

O filme “Esquadrão Suicida” é o terceiro longa do novo universo da DC Comics, que já contou com “Homem de Aço” anos atrás e “Batman v Superman: A Origem da Justiça”.

PRIMEIRA VEZ

Perguntado sobre o motivo que o levou a fazer o filme, Will Smith nem vacila. “For David.” Por causa de David Ayer, o diretor. Esse será o primeiro “vilão” na carreira de Smith.

“David tem uma visão e faz filmes que possuem uma assinatura, mas, principalmente, é essa raridade - um diretor de atores que nos tira da zona de conforto. Conheço a maioria dos atores com quem ele filmou, já trabalhei com alguns, e, com certeza, reconheço os momentos em que o diretor está presente.” No caso dele, Smith esclarece. “Nunca fiz um badguy, não por qualquer espécie de preconceito, mas por achar que não conseguiria. Por que as pessoas fazem coisas ruins? Pistoleiro (seu personagem) não é nenhuma encarnação do mal, mas faz coisas ruins. David (Ayer) nunca teve minhas dúvidas e me conduziu durante o processo. Entre preparação e filmagem, trabalhamos mais de cinco meses. Foi um dos melhores processos de minha vida”.

O astro está cheio de expectativa. “Trabalhar com esse universo das HQs é sempre um risco. A gente faz cinema para atingir todo mundo, mas o fã de HQ tem uma mentalidade particular. Eles amam e odeiam, com intensidade. Você pode trair um clássico da literatura, e todo mundo vai entender que é cinema. Agora, mexa num fio do cabelo de qualquer super-herói e é encrenca na certa.”

Will Smith contou ainda como se preparou para fazer Pistoleiro. “A parte física nunca teve problema. A questão era o psicológico. Matei a charada ao ler um livro chamado The Anatomy of Motive, de um antigo diretor da CIA que, por cinco anos, estudou a mente de criminosos em série. Esqueci o nome (NR - John Douglas)”.

Sobre o filme, Smith ressalta que “O filme é pop corn (filme pipoca), mas David (Ayer) é a garantia de um certo nível de complexidade e elegância”, avalia. Sua lista de sucessos é imensa (alguns fracassos, também) e Smith soma aos créditos de ator e produtor o de músico Ganhou nada menos de quatro Grammys. Além de “Esquadrão Suicida”, tem para estrear outro filme –“CollateralBeauty”, de David Frankel.

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