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Ex-CQC, Marco Luque se desdobra no programa ‘Altas Horas’ da Globo

27 ABR 2016 - 08h00

Oito anos depois de se ver trabalhando diante da TV, ao vivo, nas noites de segunda, Marco Luque confessa que ainda sente uma certa abstinência pelo fim do “CQC”, programa que encerrou carreira no fim do ano passado, tendo ele próprio como único nome a ficar todas as temporadas na bancada dos “Homens de Preto”. Luque será visto em novo horário e canal, na arena do “Altas Horas”, de Serginho Groisman. Dará voz a cinco de seus dez personagens e, vez ou outra, ao personagem de si mesmo.

"Às segundas, eu me pego, às 11 da noite, pilhado, sem entender o porquê. Sinto que preciso dar uma desacelerada, é abstinência, sim, mas saí do CQC com a sensação de missão cumprida".

Assim que a Band anunciou o fim do programa, Serginho Groisman lhe telefonou. "Eu estava pisando fora da emissora, quando o Serginho me ligou", conta Luque, que leva consigo o roteirista com quem trabalha, Guilherme Rocha, em esquetes de shows de stand up e na internet, em seu canal no YouTube.

"Pela primeira vez, eu vou ter a oportunidade de trabalhar meus personagens na TV. Uma grande maioria só me conhece por aquele formato do CQC, da Terça Insana, do teatro ou do meu canal no YouTube."

No “Altas Horas”, Luque também reforça as brincadeiras que Serginho já faz em quadros de dublagem. Os personagens entrarão ao longo do programa para responder ou interagir com a plateia. Para apresentar o quinteto criado por Luque, na estreia, Serginho convidou a entrar em cena os tipos Jackson Five, Mary Help, Mustafary, Silas Simplesmente e Ed O Nerd. Ainda tateando o novo território, Luque ficou satisfeito em sentir a reação da plateia. "Gostei muito do clima, todo mundo deu risada."

Luque e Serginho se conhecem há cerca três anos. Juntos, participaram do projeto Um Banquinho para Três, cuja renda da bilheteria reverte para a instituição da Casa do Zezinho. Serginho também esteve no teatro, vendo a atuação do novo contratado da Globo, conta Luque. "Ele já pôde ver os meus personagens e sentiu minha vibe".

Os personagens também sairão às ruas para interagir com o pessoal fora da arena do Altas Horas. A cada semana, cenário e tipos poderão se alternar, deixando para o espectador um breve suspense sobre qual daqueles tipos aparecerá para a conversa do dia. "Não tem nada fixo nem temático, a gente quer, a cada programa, pirar de alguma forma. Serginho está muito aberto a novas ideias."

Passados quatro meses após o fim do “CQC”, Luque admite que nenhum deles tinha muita noção, no início do programa da Band, da dimensão que aquilo tomaria e do potencial do formato em servir como celeiro de novos talentos. Além dele, a Globo importou do “CQC” os nomes de Felipe Andreolli, Mônica Iozzi e Rafael Cortez. O SBT ficou com Danilo Gentili. Rafinha Bastos está no “Multishow”, onde, aliás, Luque também estará em breve, participando da nova temporada do “Vai Que Cola”.

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