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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Gabriel Leone interpreta Miguel em ‘Velho Chico’

01 MAI 2016 - 08h00

Bastam poucos minutos de conversa para perceber que Gabriel Leone sabe que tem nas mãos um personagem que pode alavancar sua carreira na TV. O ator, que interpreta o engajado Miguel de “Velho Chico”, já chamou bastante atenção quando encarnou o vilão Antônio na temporada de 2013 de “Malhação” e, no ano passado, como o apaixonado Gui de “Verdades Secretas”. Mas agora, em seu terceiro papel na televisão, tem a chance de tocar em temas que têm tudo para ganhar destaque na trama de Benedito Ruy Barbosa.

Um dos debates promovidos pela novela é a exploração desenfreada da terra. E Miguel é um agrônomo disposto a bater de frente inclusive com o avô, Afrânio (Antonio Fagundes), para defender as causas ecológicas. Além disso, ele é fruto do romance proibido de Tereza (Camila Pitanga) e Santo (Domingos Montagner), algo que ele mesmo desconhece - Miguel acredita ser filho de Carlos Eduardo (Marcelo Serrado).

É possível também que aconteça uma aproximação inusitada entre o personagem e Olívia (Giullia Buscacio), a irmã que ele não sabe que existe, filha de Santo e Luzia (Lucy Alves).

Em “Velho Chico”, o Miguel não sabe que é filho biológico de Santo. Quando essa verdade deve ser revelada?

Gabriel Leone - Eu ainda não sei o que está passando na cabeça dos autores sobre isso. Pode ser que demore bastante ou que aconteça mais rápido do que se imagina. A questão de ser o filho do casal é importante para a trama, sem dúvida, mas não acho que seja a maior função do Miguel nessa reta inicial.

Essa função a que você se refere está ligada à questão ecológica?

Gabriel - Então, ele chega nessa realidade ecológica desequilibrada. E veio de fora, estudou e traz possibilidades de resgate para essa relação conturbada das pessoas com a natureza. Com práticas novas, ideias e filosofias diferentes das que, por exemplo, o próprio avô costuma aplicar.

A tendência é que os embates entre ele e Afrânio sejam cada vez mais constantes?

Gabriel - O Afrânio é um cara que está acostumado a explorar a terra. Vem de uma linhagem de coronéis, homens com outros pensamentos. É mais difícil, naturalmente, para essas pessoas entenderem certas questões. Sendo assim, acho bem provável que eles se enfrentem. E a principal aliada dele deve ser a mãe, Tereza.

Você já tinha algum contato com a Camila Pitanga antes desse trabalho?

Gabriel - Não. Mas nossa relação está bem especial. Recebemos desde o início as informações sobre essa ligação entre mãe e filho e esse é um dos pontos fortes dos personagens. Então, ao longo do trabalho, descobrimos esse laço juntos. Desenvolvemos uma amizade e um companheirismo grande fora do estúdio.

“Velho Chico” é ambientada na Bahia. Como você trabalhou a questão do sotaque do Miguel, já que ele passou bastante tempo estudando na França?

Gabriel - Fizemos um trabalho para unificar a prosódia de todo mundo. O elenco envolve atores de diversos estados, então foi bem importante essa preocupação. O Miguel foi para a Europa, ficou um bom tempo lá, mas já era "burro velho".

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