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Grammy 2016: Taylor Swift leva o prêmio de melhor álbum do ano

17 FEV 2016 - 07h00

Taylor Swift bateu o rapper Kendrick Lamar e voltou a ganhar o prêmio de melhor álbum do ano por seu trabalho em 1989. Ela subverteu o clima de celebração do hip hop, que imperava desde a abertura da 58ª edição do Grammy Awards, realizada na segunda-feira, no Staples Center, em Los Angeles.

O rap já parecia transbordar às indicações das categorias específicas e assumir o tom da noite. O apresentador principal era um rapper, LL Cool J. O artista premiado pelo conjunto da obra era um grupo de rap, o RUN DMC. E dois artistas que ameaçavam polarizar a noite com Taylor Swift eram rappers, ou considerados assim: o californiano Kendrick Lamar, com 11 indicações, e o canadense Weeknd, com sete. Se confirmassem as expectativas, seria a noite do rap.

Entre os brasileiros, a pianista Eliane Elias bateu concorrentes fortes, como o também pianista cubano Gonzalo Rubalcaba, e trouxe um gramofone na categoria Melhor Álbum de Jazz Latino pelo disco Made in Brazil. Gilberto Gil, que concorria com a gravação do álbum Gilbertos Samba, só com músicas de João Gilberto, perdeu para a cantora do Benin, Angelique Kidjo.

Antes mesmo de a transmissão começar (pelo canal TNT), alguns prêmios já haviam sido distribuídos, e Kendrick Lamar já havia começado a deixar sua marca, levando os gramofones por Melhor Performance de Rap e Melhor Canção de Rap, as duas pelas mesma música, Alright. To Pimp a Butterfly, uma obra impactante e inovadora, já havia levado na categoria de Melhor Álbum de Rap e These Walls ganhara na categoria de Melhor Rap Colaborativo, dividindo o prêmio entre Lamar, Bilal, Anna Wise & Thundercat.

O outro lado da cultura pop norteamericana também estava cuidadosamente bem representada. Chris Stapleton, que comemorava como um azarão a indicação na categoria Melhor Álbum do Ano, tinha nas mãos o prêmio de Melhor Álbum de Country, um mercado gigantesco dentro dos Estados Unidos, que movimenta milhões ao ano e que o Grammy trata com carinho. Já era uma grande vitória para seu ótimo e regional disco, Traveller.

Adele fez uma aparição angustiante. Cantou All I Ask falhando, não atingindo as notas agudas no começo e perdendo o controle total da afinação no final. Deve ter pedido a Deus que aquela tormenta acabasse logo. Foi certamente das apresentações mais infelizes do Grammy.

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