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Jornalista Chico Ornellas lança livro 'Urupema - Um passeio histórico por Mogi das Cruzes'

Tarde de autógrafos será no sábado, 17 de outubro, a partir das 15 horas, no Mogi Shopping

Por de Mogi15 OUT 2020 - 17h20
Jornalista Chico Ornellas lança livro 'Urupema - Um passeio histórico por Mogi das Cruzes'Foto: Divulgação

“Urupema – Um passeio histórico por Mogi das Cruzes” é o título do livro que o jornalista Francisco Ornellas, em tarde de autógrafos, lança sábado (17.10) no Mogi Shopping. Com apoio cultural de HBR Realty, a publicação, de 296 páginas, reúne 72 capítulos relatando fatos da história recente de Mogi das Cruzes.

Da saga de Hélio Borenstein, que chegou a Mogi, por engano, em 1917 e na cidade construiu sua trajetória empresarial à vida de Waldemar Costa Filho, eleito prefeito por quatro vezes, o livro passeia por personagens como Yayá Melo Freire (mogiana que viveu 42 anos interdita e legou sua fortuna para a Universidade de São Paulo); Manuel Bezerra de Melo (Padre Melo, fundador da Universidade de Mogi das Cruzes) e os estudantes da cidade que participaram de movimentos de resistência ao regime militar (1964-1985).

Na visão de Chico Ornellas, como é conhecido, o livro resulta de sua atividade de 55 anos como jornalista. “Ao longo desse tempo fui colecionando vivência, sobretudo ouvindo e registrando testemunhos de protagonistas da história de Mogi”.

É o caso do personagem Quita (José Honorato de Souza Melo), por muitos anos o único veterinário a atuar na cidade e de Deodato Wertheimer, o lendário médico que viveu pouco mais de 20 anos em Mogi, tempo para se tornar vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal. Também dom Paulo Rolim Loureiro, o primeiro bispo da diocese local e o advogado José Miragaia Ribeiro, conhecido pela oratória brilhante e humor sarcástico.

Há curiosidade, como o Código de Posturas de 1882, o primeiro de Mogi; a revelação de que Natalino José do Nascimento, o Natal da Portela, é mogiano e outra: por muito pouco o acervo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré não acaba nos fornos da Aços Anhanguera, siderúrgica da cidade.

Francisco Ornellas iniciou sua carreira no Diário de Mogi em 1965 e a consolidou, em passagem de 44 anos, em O Estado de S. Paulo, onde foi repórter, redator, editor e chefe de reportagem, antes de criar e dirigir o Curso Estado de Jornalismo.

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