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Marina Ruy Barbosa faz sucesso em novela

14 ABR 2016 - 08h00

Marina Ruy Barbosa cresceu diante dos olhos do público. Hoje com 20 anos, a atriz carioca é vista em produções da Globo desde os 9. Muitas crianças talentosas passaram (e ainda passam) pelo mesmo processo. Com desfechos distintos. Para algumas, a carreira não resiste à chegada da adolescência. Para outras, o avanço da idade vem acompanhado de bons papéis. É nesse último caso que se enquadra Marina. No ar na novela das 7, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, a atriz ocupa o posto de protagonista com louvor. Sua mocinha, Eliza, foi bem-aceita pelos espectadores. Isso se reflete ainda no Ibope: só em São Paulo, a média de audiência do folhetim é de 26 pontos, marca que não era alcançada na faixa de horário por essas bandas desde Cheias de Charme.

"É uma trama que fala sobre transformação, sobre esperança. A gente está vivendo numa época em que tem muita coisa dando errado, então, você tem uma fuga nesse horário, pode pensar em coisas boas e de uma maneira leve", diz Marina, ao justificar esse sucesso. "A novela trata, sim, de assuntos mais pesados, só que de uma forma positiva. Minha personagem sofre assédio e disse não a esse assédio. É uma maneira de alertar as meninas a não ficarem caladas, que a culpa não é delas."

A atriz se refere ao início da trama, quando Eliza foge de casa, após uma tentativa de abuso do padrasto, Dino (Paulo Rocha), e parte em busca de uma vida melhor no Rio. Chega a morar nas ruas, ganha trocados vendendo flores e, mesmo arredia, aceita o amparo de um desconhecido, Jonatas (Felipe Simas). O ponto de virada da personagem ocorre quando é descoberta por Arthur (Fabio Assunção), dono de uma agência, que quer transformá-la em uma grande modelo e fazer com que vença um concurso. No melhor estilo gata-borralheira que vira princesa. Ou numa referência clara à mendiga Eliza, em My Fair Lady, que se torna uma dama graças a um culto professor. "Quando recebi os capítulos, tinha medo porque sou uma mocinha na trama, e as mocinhas normalmente sofrem muito. Será que vão achar a Eliza uma mocinha chata?", diz. "Mas o público entendeu os dilemas da personagem: por que ela estava sofrendo, as motivações para sair de casa, a luta dela nas ruas. Entenderam o lado bruto da personagem, ela começou sem muita educação, na defensiva."

Com o tempo, e a proximidade do fim do tal concurso, a aparência de Eliza foi lapidada, mas não sua essência de garota doce, romântica e sonhadora. Um desafio e tanto para a atriz, que teve de trabalhar com essas nuances com muito cuidado. Marina conta que começou a se envolver com a trama antes do início das gravações, com o auxílio do preparador Eduardo Milewicz. "A gente se reuniu com todo o elenco, até para criar mais intimidade", diz. "Eu também estudo com uma psicanalista as minhas cenas e ela me ajuda a prestar atenção nessas coisas - por que a personagem está mudando, o que está motivando ela a isso, por que ela tem medo, os traumas que ela sente - para não ficar aquela coisa superficial. Vai criando uma base de uma história de vida da personagem."

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