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Caderno D

‘O Menino Gigante’ do Teatro da Neura encerra temporada

Grupo dará oficina na parte da manhã e apresenta o espetáculo, às 19 horas, no domingo (7), no Teatro Armando de Ré

Por de Suzano05 ABR 2019 - 23h38
‘O Menino Gigante’ do Teatro da Neura encerra temporadaFoto: Divulgação
Às vésperas de completar 15 anos de história, o Teatro da Neura encerra a circulação do espetáculo, “O Menino Gigante”, neste final de semana, com duas apresentações em Suzano, cidade sede do grupo. A primeira acontece neste sábado (6), às 20 horas, no Espaço N de Arte e Cultura e a segunda neste domingo (7), no Teatro Municipal Dr. Armando de Ré, às 19 horas. Ambas têm entrada gratuita e a organização solicita ao público chegada com 1 hora de antecedência para retirada do ingresso.
 
A Cia dará ainda duas oficinas no Espaço N de Arte e Cultura sobre a linguagem da peça: Realismo Fantástico”. Uma das 9h30 às 13 horas e a outra das 13h30 às 17 horas. Para participar não é necessária inscrição prévia, basta chegar com 15 minutos de antecedência e procurar por um dos organizadores. Essa circulação está sendo possível com o apoio do ProAC da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.
 
“O Teatro da Neura é fruto de políticas públicas de fomento a nossa linguagem durante uma gestão em Suzano que tinha foco também na valorização dos artistas da cidade. Encerrar uma circulação em nossa cidade, dentro de um ano marco para o nosso grupo, torna esse projeto ainda mais especial”, comentou o produtor do grupo, Michel Galiotto.
 
O espetáculo pretende no universo criado para a teatrologia dos sacros dias, narrar uma estória paralela que antecede o segundo volume “Sábado de Aleluia”.
 
Por meio da trajetória da heroína Bárbara, o espectador viaja junto com a protagonista em sua missão fantástica. Desde o início do espetáculo acompanha-se todas as estações dessa missão vivenciando as diversas formas que a fé se pode ter. 
Formas essas trazidas da mitologia pessoal de cada integrante do elenco ao longo do processo criativo.
 
A dramaturgia nasce baseada nas manifestações populares de fé da festa de Iemanjá em Salvador, capital da Bahia. 
 
O diretor e dramaturgo, Antônio Nicodemo participou do ritual popular em 2015.
 
Nessa segunda montagem da trilogia, há a relação da mulher com o divino numa linha horizontal onde Deus é homem e também erra. 
 
Mesmo com o erro divino Bárbara tem sua fé posta à prova, principalmente a fé em si mesma.

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