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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2020
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Rodrigo Faro fala sobre carreira como apresentador

11 MAR 2016 - 08h00

Este pode ser "o ano" do apresentador Rodrigo Faro. Prestes a completar dois anos à frente do dominical "Hora do Faro", na Record, ele comemora os bons índices de audiência do programa, que vem batendo recordes, na casa dos 11 pontos de média. "Estou vivendo um sonho", diz ele, referindo-se principalmente ao fato de a atração conseguir ficar em primeiro lugar em vários momentos.

O trabalho, segundo Faro, é duro. E a concorrência, acirrada, pois envolve figuras consagradas como Silvio Santos, Eliana e Fausto Silva. Para Rodrigo, o maior desafio na profissão é se reinventar.

Pode estar aí o segredo do seu sucesso. "O dia em que a Record for assumir o primeiro lugar, sei que será em um domingo", vislumbra.

Você achou que fosse ser tão bem-sucedido na função de apresentador dominical?

Rodrigo Faro - Entrei na Record em 2008. Completo em maio só dois anos à frente de um programa aos domingos. Às vezes, eu me surpreendo por ter chegado até aqui. Fecho os olhos e agradeço, não peço mais nada. Conquistei muita coisa em pouco tempo. Peço saúde para continuar trabalhando. Agora preciso manter isso tudo, tentar crescer. E não é fácil concorrer com tanta gente boa.

O que o público ainda pode esperar do “Hora do Faro” neste ano?

Rodrigo - Temos cenário novo e acabamos de estrear quadros novos também, e temos mais cinco prontos. O tempo todo temos de exibir coisas novas.

Isso significa que o programa gravado e não ao vivo pode dar certo?

Rodrigo - Time que está ganhando não se mexe. Tem que deixar do jeito que está. O que eu quero agora é sempre buscar quadros novos, não deixar o programa cair na mesmice. A concorrência é muito grande. Olho para o lado e vejo Silvio Santos, Faustão, Eliana, o jogo de futebol... Então é uma responsabilidade muito grande, mas eu estou feliz. E muito surpreso pelos resultados que temos conquistado nestes dois últimos anos.

O que não pode mudar no programa?

Rodrigo - Meu jeito de apresentar, de brincar, de manter meu público. O segredo sempre foi dar a minha cara para a história que vou contar. A parte mais difícil é tentar fazer algo diferente do que os concorrentes vêm fazendo.

Você buscou inspiração em algum apresentador para fazer seu trabalho?

Rodrigo - Não. O apresentador tem de ser ele mesmo. Não adianta buscar uma fórmula pronta ou uma maneira de apresentar. O mesmo Rodrigo que está em casa com as meninas é o que aparece na televisão. Esse é segredo. Mas eu tenho vários ídolos. Meus dois maiores são Chacrinha e Silvio Santos. Mas adoro Faustão, Gugu, Luciano Huck, esses são amigos meus.

O Celso Portiolli, do SBT, tem feito quadros de namoro como o “Se Virar Tem que Beijar”. Você ficou bem marcado por promover esse tipo de atração em seus programas. O que acha disso?

Rodrigo - Eu assisti já, é bem legal. Olha, eu não fui o inventor de namoro na televisão. Isso é um “date show” dos Estados Unidos da década de 70. E o Silvio já tinha feito “Namoro na TV” há anos. O Celso está fazendo um programa muito legal.s

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