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‘Scandal’ estreia quinta temporada na segunda

14 JUN 2016 - 08h00

A quarta temporada de “Scandal” acabou de forma devastadora - a primeira-dama Mellie Grant (Bellamy Young) foi expulsa da Casa Branca; Cyrus Beene (Jeff Perry), que era o ministro-chefe da Casa Civil, foi demitido; o agente da CIA Jake Ballard (Scott Foley), sabendo que Olivia Pope (Kerry Washington) ama o presidente Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), se despediu dela. "O mundo de todos meio que explodiu", disse Shonda Rhimes, criadora do programa, em entrevista à imprensa internacional. "Exceto para Olivia e o presidente Fitz, que terminaram se beijando no Terraço Truman, na residência oficial", completou.

Mas, claro, em se tratando de uma série com a assinatura da poderosa produtora, nem essa aparente felicidade está garantida na nova temporada, a quinta, que estreia na próxima semana, segunda-feira, às 21 horas, no Canal Sony. "É disso que eu gosto, porque num filme a história terminaria aí, com esse beijo", contou Bellamy Young. "Mas a realidade é bem diferente, muitas coisas acontecem e, se você tiver sorte, acorda no dia seguinte, e a vida continua. Muitas vezes, significa que você precisa se reinventar."

Não são apenas os espectadores que são surpreendidos - até os atores são mantidos em suspense. "Muitas vezes pela manhã a gente ainda não sabe o que vai acontecer à tarde", contou Young. A primeira-dama está em plena campanha para o Senado e continua dividindo opiniões.

"Isso me deixa feliz porque, pessoalmente, não sou uma pessoa capaz de viver esse tipo de vida. Mellie leva sua vida da maneira como quer, e isso tem um impacto nas pessoas", afirmou a atriz. "Shonda escreveu uma personagem que é uma alegria de interpretar. Se ela provoca discussão, acredito que esteja servindo ao propósito de Shonda, o que me deixa contente”. Kerry Washington ainda fica atônita quando espectadoras lhe dizem que a personagem é um modelo. "Ela fez muitas coisas questionáveis, inclusive ter um caso com um homem casado que é o presidente dos Estados Unidos!", disse. "Claro que há coisas bem admiráveis nela. É uma empreendedora. É inteligente. Tem um closet maravilhoso. Mas ela também é complicada. Não há heróis nem vilões. Só humanos tridimensionais, cheios de defeitos."

Tony Goldwyn acredita que Shonda Rhimes está para a televisão aberta como Vince Gilligan (Breaking Bad), Matthew Weiner (Mad Men) e David Chase (Os Sopranos) estão para a televisão a cabo. "Ela trouxe para os canais de rede séries inteligentes, com personagens fortes, divertidas, que você não pode deixar de ver. Acho que ninguém faz na televisão aberta o que ela faz. Shonda está sempre ousando, nunca deixa ninguém muito cômodo." Por isso, o ator não tem ideia de como vai ser a vida de Fitz quando a presidência acabar. "Só sei que vai ser interessante", afirmou.

Em suas séries, Shonda Rhimes nunca evita os temas controversos - na quinta, um dos temas é o aborto - e coloca pessoas de todos os tipos na tela. "Não interessa sua idade, sua orientação sexual, sua raça, sua etnia, há um espaço para você na Shondaland, e você consegue se ver nessas histórias", disse Kerry Washington, que na época da estreia, se tornou em 2012 a primeira protagonista negra de uma série na televisão aberta americana em 40 anos. Hoje, há atrizes negras em papéis principais em “How to Get Away with Murder”, “ The Carmichael Show” e “Black-ish”. "Poder ser uma pessoa real no mundo, poder ver sua cultura, de onde você veio, é fundamental", disse Washington. "Porque uma maneira de atacar a alma de alguém é impedi-la de se ver. É uma mensagem subliminar de que você não tem importância".

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