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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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‘Star Wars – O Despertar da Força’ estreia hoje no cinema de Suzano

17 DEZ 2015 - 07h00

Estreia hoje no cinema de Suzano o filme “Star Wars- O Despertar da Força”, que conta com os atores Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac, o longa é dirigido por J.J. Abrams. Esse é o sétimo filme da saga “Guerra nas Estrelas”.

O longa se passa cerca de 30 anos depois do fim de “O Retorno de Jedi”, parte VI da saga. Naquela período, Luke Skywalker faz com que Darth Vader encontre o seu lado bom e elimine o Imperador Palpatine na segunda Estrela da Morte. Agora, nesta nova aventura espacial, é previsto que o telespectador confira a luta da Resistência (antiga Aliança Rebelde) contra a Primeira Ordem (antigo Império Galáctico).

Lucas foi além de Kubrick em '2001'

Era uma vez numa galáxia muito distante. Havia uma princesa, um jovem príncipe e o cínico Han Solo. Depois de estudar sociologia e se formar em cinema na Universidade do Sul da Califórnia, o jovem George Lucas estreou em 1965 com um curta sobre o futuro distópico - THX 1138. Cinco anos mais tarde, ele transformou o curta em longa. Como ficção científica, o futuro asséptico e totalitário de THX 1138 (a versão longa) deve bastante, senão tudo, ao Stanley Kubrick de 2001: “Uma Odisseia no Espaço”. Passaram-se sete anos (e mais um longa) e Lucas, aos 33 anos, nasceu em 1944 iria provocar uma verdadeira revolução na ficção científica, e no cinema em geral, com o primeiro opus de sua fantasia “Star Wars”.

O filme imediatamente virou um fenômeno planetário. E, na época estreou no Brasil só no ano seguinte, 1978, causava espanto ler as entrevistas em que Lucas dizia que “Guerra nas Estrelas” (título brasileiro) integrava uma série de três trilogias. Os demais episódios foram surgindo, não mais dirigidos por Lucas – “O Império Contra-Ataca”, de Irvin Kershner, em 1980; “O Retorno de Jedi”, de Richard Marquand, em 1983 e aí ele confessou que sua opção pela segunda trilogia não fora ditada só pelo desafio tecnológico. Com base nos escritos do mitólogo Joseph Campbell, optou pela segunda trilogia porque ela narra a construção do herói, Luke Skywalker, e seria difícil ganhar o público, de cara, com a primeira, que constrói o vilão, mostrando como Annakin Skywalker, o pai de Luke, vira Darth Vader.

Ao longo de seis anos, entre “Guerra nas Estrelas” e “O Retorno de Jedi”, consolidou-se a Industrial Light and Magic, empresa de ponta que Lucas criou para incrementar sua visão do futuro e viabilizar arquétipos que já existiam no imaginário do público. Agora, no retrospecto, e prestes a se iniciar uma nova etapa - com a estreia de Episódio sete, “O Despertar da Força”, pode-se dizer, que Lucas foi um visionário e que Guerra nas Estrelas marcou uma data na história do cinema. Alguns críticos dirão que Lucas e Steven Spielberg, seu parceiro em tantos projetos, infantilizou a produção de Hollywood e transformou os filmes não mais em eventos artísticos, mas mercadológicos.

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