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Vivian de Oliveira fala sobre 'Os Dez Mandamentos'

04 MAI 2016 - 08h00

É claro que todo autor torce pelo sucesso de suas novelas. Mas Vivian de Oliveira, responsável pelo texto de “Os Dez Mandamentos”, tem motivos de sobra para crer no crescimento da audiência da segunda temporada de seu folhetim. Afinal, foi com as pragas e a promessa de abertura do Mar Vermelho que a trama decolou para valer e incomodou bastante a concorrência - principalmente a Globo. Agora, com término previsto para o dia 24 de junho - serão 60 capítulos no total -, a autora acredita que um dos momentos de maior repercussão da história seja quando a terra "sugar" os revoltados liderados por Corá (Vitor Hugo), que vai provocar uma rebelião no deserto para desautorizar Moisés (Guilherme Winter) e, por isso, será punido.

Como surgiu a ideia de dividir “Os Dez Mandamentos” em duas temporadas?

Vivian de Oliveira - Aconteceu quando eu já estava escrevendo os capítulos finais. O desfecho teria acontecido na primeira temporada, mas veio a proposta da Record e acabei criando uma novela nova. É uma continuação, claro, porque estão ali os personagens de antes. Mas há tramas paralelas novas e, consequentemente, personagens novos também. Foi bem corrido, não tive tempo para preparar uma novela como deveria. Fizemos um pouco às pressas.

A novela já tem uma audiência boa, entre os 15 e 16 pontos, mas a primeira fase teve muitos momentos de liderança e se aproximava mais da primeira colocada. Você ainda espera que isso se repita?

Vivian - Acho que pode acontecer, mas o que eu quero mesmo é não frustrar o público que se tornou fiel à novela. 'Os Dez Mandamentos' virou um fenômeno e as pessoas começaram a criar muita expectativa em relação à segunda temporada. E essa parte da história, que se passa no deserto, não é tão conhecida do público. É complexa para ser retratada. Não estamos dando os números que dávamos na fase de maior sucesso da primeira temporada, mas estamos em uma trajetória normal de uma novela. A crítica tem sido favorável e eu espero esse crescimento, acho que vai ser um caminho natural.

Tem algum momento que você imagine que vá ganhar força, como ocorreu com as pragas da primeira temporada e a abertura do Mar Vermelho?

Vivian - Temos alguns. Na rebelião de Corá, por exemplo, a terra se abre e traga os revoltosos. Não é um evento muito conhecido do público, mas acho que, se a Record souber trabalhar essa expectativa, pode se tornar muito marcante. Mas agora temos só 60 capítulos, então é difícil compararmos com a primeira temporada. É complicado traçar um paralelo com as pragas ou com a abertura do Mar Vermelho.

Quando esse evento deve ser exibido?

Vivian - Acho que mais para o final, lá pelo capítulo 48 ou 50. Provavelmente, a umas três ou duas semanas do fim.

Desde “A História de Ester” você só escreve tramas bíblicas. Acha que chegará a hora de deixar esse segmento e desenvolver novelas fora desse nicho na Record?

Vivian - Agora é que está ficando bom! É uma dificuldade enorme fazer uma adaptação como essa porque tem de conhecer a cultura da época, entender por que as pessoas agiam de determinadas formas.

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