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Cidades

Saúde promove roda de conversa sobre varíola dos macacos

Objetivo da ação foi atualizar esses profissionais em relação aos dados, históricos da doença e manejos clínicos

17 setembro 2022 - 12h00 Por de Suzano
A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Saúde, realizou nesta sexta-feira (16/09), no Complexo Educacional e Cultural Mirambava, uma roda de conversa para tratar sobre Monkeypox, a varíola dos macacos. O evento, que reuniu cerca de 50 pessoas, foi destinado a médicos, enfermeiros, odontologistas e demais auxiliares que atuam na rede municipal, além de demais interessados sobre o tema.
 
O objetivo da ação foi atualizar esses profissionais em relação aos dados, históricos da doença e manejos clínicos das pessoas que podem estar contaminadas com a enfermidade e como proceder nestes casos. Dentro do que foi discutido estavam temas como o cenário municipal, Vigilância Epidemiológica e medidas de controle, diagnóstico diferenciado e gerenciamento das lesões características da doença.
 
Além da diretora da Vigilância em Saúde, Maria Cristina Perin, e do coordenador José Landim, também participaram da ação a enfermeira e assessora do Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde de São Paulo (Cosems/SP) Brigina Kemp, de forma on-line, e a estomatologista que atua na rede municipal de Suzano e Mogi das Cruzes Desiree Cavalcanti.
 
Para o secretário de Saúde de Suzano, Pedro Ishi, capacitar os profissionais é a melhor maneira de disseminar a informação sobre o Monkeypox. “Estamos sempre trabalhando para buscar as informações e meios de lidar com a doença e promover esse evento com pessoas que entendem mais deste assunto. Espero que possamos aproveitar bem a roda de conversa realizada no Mirambava para nos orientar qual a melhor maneira de proceder nos casos de contaminação contra a varíola dos macacos”, afirmou o chefe da pasta.
 
Por sua vez, Maria Cristina Perin destacou que é preciso manter alerta para os novos casos que possam surgir em Suzano. “Temos de deixar os profissionais em alerta para identificar de imediato os casos, pois o mais importante para a prevenção e o isolamento social e de familiares ocorre imediatamente após o diagnóstico. Como são casos novos, precisamos manter essas rodas de conversa para espalharmos nosso conhecimento e aprender também”, finalizou a diretora da Vigilância em Saúde.

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