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Jornal Diário de Suzano - 04/12/2020

Alimentos mais caros da cesta básica têm variação de 42%

14 JUL 2016 - 08h01

Os produtos que têm elevado o custo da cesta básica - o feijão, manteiga e o leite - chegam a ter variação de preço de 42% nos supermercados de Suzano. De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), devido a eles, a cesta básica teve um aumento de 4,3%. A manteiga é o produto que tem maior variação de preço.

Para identificar a diferença no valor destes produtos, o DS realizou uma pesquisa de preços em três supermercados de Suzano, no bairro Jardim Colorado, Vila Amorim e Jardim Japão. O produto com maior diferença de preço foi o pote de 500 gramas de manteiga, com diferença de 42% no valor. Na primeira unidade, no Jardim Japão, o item estava por R$ 4,67, na Vila Amorim saia por R$ 4,19, contra o valor encontrado na Vila Urupês, de R$ 3,29.

O pacote de um quilo de feijão, produto que tem apresentado maior aumento no preço nos últimos três meses, teve a variação de 20% nas três unidades. Entre os preços de R$ 11,99 da Vila Amorim, em comparativo ao encontrado na Vila Urupês, de R$ 14,39. "O aumento do feijão é devido à safra mesmo, devido ao período frio. Antes tínhamos pacote a partir de R$ 7,39", explicou o gerente do supermercado no Jardim Japão, Whashigton Santos.

Já o litro do leite foi encontrado com variação de 14%, no menor valor de R$ 4,19 na Vila Amorim, contra o valor encontrado na Vila Urupês, de R$ 4,79.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, a cesta básica no Estado de São Paulo subiu 4,4% devido a esses produtos. Antes, a caixa saia por R$ 449,70 e agora cresceu para R$ 469,02. Aumento real de R$ 19,32.

MORADORES

Os moradores de Suzano que realizam as compras mensais para a casa consideram absurdo o aumento de preço. "Não são só esses produtos. Está tudo muito caro. O café mesmo está quase R$ 10. A carne, o frango, o óleo, tudo subiu. Temos que gastar mais, um absurdo", contou a aposentada Maria dos Reis Silva, de 67 anos.

Para compensar o valor do feijão, o aposentado Manoel Basílio, de 72 anos, tem optado pelo feijão preto, que tem um valor inferior. "Comecei a comprar para economizar, porque o feijão aumentou muito. É um absurdo esses valores. Em casa vai duas caixas de leite. Também tenho optado por comprar leite em pó para as crianças, porque está mais em conta".

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