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Alto Tietê receberá mais R$ 3,1 mi para combate à Covid-19

No Alto Tietê, o número de casos confirmados chegou a mais de 11 mil

Por Da Reportagem Local21 JUL 2020 - 15h42
Suzano receberá R$ 1,2 milhão para o combate ao coronavírusFoto: Secop Suzano/Divulgação

Na guerra contra a maior pandemia da atual geração, a deputada federal Policial Katia Sastre (PL) indicou mais de R$ 9 milhões ao estado de São Paulo para o enfrentamento à Covid-19. Do valor, R$ 3,1 milhões foram para a região do Alto Tietê. O recurso é proveniente do Ministério da Saúde e já está pago, pronto para utilização.

Os municípios contemplados com a indicação são Arujá (R$ 300 mil), Ferraz de Vasconcelos (R$ 400 mil), Itaquaquecetuba ( R$ 400 mil), Mogi das Cruzes R$ 500 mil, Poá ( R$ 300 mil), Suzano (R$ 1,2 milhão).

No Alto Tietê, o número de casos confirmados chegou a mais de 11 mil. Com o recurso, Sastre quer ajudar a evitar as mortes causadas pela doença, que ceifou 837 vidas na região. “O índice de letalidade da Covid é de 4,7%, um número muito alto. Com este pagamento vamos ter condições de atender melhor a população do Alto Tietê, aliviando o sofrimento neste tempo de crise”, frisa a parlamentar.

Segundo a assessoria de imprensa da deputada, até o início de julho, Sastre foi a segunda maior pagadora em emendas individuais aos municípios de São Paulo, num ranking com os 73 deputados e senadores do estado. Em 2020, ela liberou R$ 9,3 milhões para a saúde e R$ 5,2 milhões para a segurança pública. Do valor, o Alto Tietê recebeu R$ 2,05 milhões e R$ 920 mil, respectivamente.

Projeto contra o saída das penitenciárias

A deputada protocolou na Câmara dos Deputados o projeto de lei 3317/2020 para restringir ainda mais a possibilidade do “saidão”. Na proposta, a parlamentar inclui agravamento de pena para três tipos de criminosos: presos reincidentes, presos por crimes hediondos resultados em morte ou condenados por crimes praticados contra cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou irmão. Além de ser uma prática que aumenta o crime, os “saidões” permitem que boa parte dos presos beneficiados nunca mais retornem à prisão, segundo a deputada. “O cidadão de bem não pode mais pagar, com a própria vida, o preço por uma liberdade temporária perigosa e injusta”, afirma Sastre.

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