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Jornal Diário de Suzano - 19/09/2020
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Apesar do frio, registro de doenças respiratórias tem queda de 5,9%

11 JUN 2016 - 08h01

Apesar do frio intenso e das baixas temperaturas que atingem Suzano há quase um mês, as doenças respiratórias, comuns durante o outono/inverno, tiveram queda de 5,91%. Para se ter uma ideia, de janeiro a abril deste ano o município registrou 33.949 procedimentos ligados ao tratamento das vias superiores e inferiores, entre eles inalações, atendimento de doenças do aparelho respiratório e tratamentos. No mesmo período do ano passado foram 36.082 pessoas atendidas.

Segundo balanço divulgado pela Secretaria de Saúde, a cidade realizou nos quatro primeiros meses deste ano, 33.428 inalações, 2.221 a menos que no ano passado, quando foram feitos 35.649 procedimentos.

O número de tratamentos ofertados pela pasta subiu de 266 para 316. A Prefeitura oferece, por exemplo, tratamento de cardiopatia pulmonar, doença de ouvido externo médio, infecções agudas das vias aéreas superiores, doenças da pleura, aparelho respiratório, pneumonias ou influenza (gripe), entre outras.

Mesmo na comparação aos últimos quatro meses do ano passado, período do verão, o número de procedimentos diminuiu. De setembro a dezembro de 2015, a Secretaria de Saúde registrou 37.397 atendimentos, ou seja, uma queda de 9,2% em relação aos primeiros quatro meses deste ano.

CUIDADOS

De acordo com o clínico geral e pediatra, Leandro Villa Franca, nesta época do ano, as quedas bruscas de temperatura deixam as pessoas mais susceptíveis as viroses e bactérias. "Durante as baixas temperaturas há um acumulo maior de poluição e concentração de pessoas em locais fechados, o que causa o aumento das doenças respiratórias", adianta.

"As pessoas devem evitar locais fechados, lavar as mãos sempre, evitar andar descalço para não contrair gripes, otite, sinusite ou mesmo pneumonia", completa.

O médico destaca que crianças e idosos estão mais expostos em decorrência da baixa imunidade, por isso afirma que as vacinas são um aliado para estas faixas etárias. "Neste período é muito importante a ingestão de vitamina C, atenção com a higiene e manter o calendário vacinal em dia", pontua.

Ainda segundo o doutor, situações em que a tosse é contínua, a febre persistente e a coriza permanente é preciso procurar um médico. Franca destaca que assim, o paciente evita a evolução do caso, além da automedicação, que muitas vezes traz solução para o alívio imediato de alguns sintomas, mas pode trazer consequências mais graves em caso de doenças mal curadas.

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