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Jornal Diário de Suzano - 27/11/2020
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Bancários temem fechamento de agências e demissões na região

Segundo o próprio sindicato o Alto Tietê registrou 21 demissões de bancários; Bradesco demitiu 13 funcionários

Por Thiago Caetano - de Suzano29 OUT 2020 - 22h40
Sindicato dos Bancários teme fechamento e mais demissõesFoto: Regiane Bento/Divulgação
O Sindicato dos Bancários teme fechamento de agências e demissões na região. 
 
O presidente da entidade Clayton Teixeira Pereira informou que não descarta o fechamento caso as demissões em massa sigam o ocorrendo. 
 
Sem dar detalhes sobre a situação, Clayton foi direto. "Talvez sim. Se continuarem com as demissões, sempre preferimos negociar, o sindicato tomará uma postura mais rígida para paralisar a agência, mas por enquanto não vai acontecer isso", disse.
 
Clayton explica que no início da pandemia da Covid-19 foi feito um acordo entre os bancos e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O acordo era para que as agências não demitissem funcionários durante a pandemia, mas o Santander já demitiu mais de 2.000 funcionários no período. 
 
Além disso, o Bradesco também retomou com as demissões.
 
"Nós tínhamos fechado uma campanha salarial e o banco prometeu que não mandaria ninguém embora durante a pandemia. Acontece que descumpriram esse acordo e as demissões ainda estão ocorrendo", falou o presidente do sindicato.
 
Por conta da pandemia, as agências estão funcionando das 9 às 14 horas. 
 
O sindicato planeja ficar em frente de duas agências bancárias no município, nesta sexta-feira, em Mogi das Cruzes, para realizar uma atividade e pretende retardar o horário de funcionamento da agência. "Vamos retardar a abertura da agência para às 11h, estaremos na porta conversando com a população e com os bancários sobre o motivo da atividade, levando informativos, que é devido às demissões aqui na região", contou Clayton. Os locais serão determinados na hora.
 
Segundo o próprio sindicato o Alto Tietê registrou 21 demissões de bancários: o Bradesco demitiu 13 funcionários, seguido do Santander com 4 desligamentos, Mercantil do Brasil com 3 e o Itaú com 1. 
 
Além das demissões em massas, o Sindicato tem se preocupado com outros problemas. Para Clayton, o período fez com que as agências estipulassem metas abusivas para os funcionários cumprirem. 
 
Outra polêmica que surgiu durante a pandemia foi a decisão do Santander de retirar as portas giratórias das agências, mas depois de muita pressão do Sindicato de Bancários e Financiáreis de São Paulo o banco recorreu da decisão. 

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