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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Calçadas da Glicério viram alvo de ‘disputa’ entre comércio e ambulantes

27 ABR 2016 - 08h01

Os comerciantes do Centro de Suzano se queixam da quantidade de vendedores ambulantes em frente às lojas, principalmente nas calçadas da Rua General Francisco Glicério. O número de vendas tem caído em média de 5% com esta situação.

O DS foi até a Glicério e constatou 33 barracas ou comerciários irregulares.

Além disso, alguns deles se movimentam pelas calçadas para facilitar a comercialização de produtos.

Roupas, cigarro, DVDs, carteira, cinto e até mesmo frutas podem ser encontradas sendo vendidas de forma irregular. Há também outras ruas que são alvos dos cambistas, entre elas a Benjamin Constant e a Felício de Camargo.

A gerente Gilcéli Santos revelou as dificuldades que sente diariamente com os camelôs. "Acima de tudo eles são nossos concorrentes de vendas. Com o desemprego expandindo por todo País e principalmente aqui em nossa cidade, o número de ‘cambistas’ só tende a aumentar. Além de vender produtos em frente ao estabelecimento, eles atrapalham falando muito alto o que faz os consumidores sentirem receio. Por conta disso, acabam não entrando em nossa loja", argumenta.

Já a vendedora Simone Pereira explicou como eles atrapalham nas vendas.

"Por não pagarem impostos como nós fazemos, eles acabam vendendo produtos mais baratos e é o que as pessoas gostam. Assim, as vendas vão mais a eles do que para os estabelecimentos comerciais. Triste esta condição".

O responsável de uma loja Alex José da Rosa procurou a Prefeitura para ter informações sobre os procedimentos da retirada dos ambulantes. "Já fui na Prefeitura para saber o que eu posso fazer para retirar as vendas irregulares das ruas, mas não obtive nenhuma informação. No momento não há tantos camelôs, porém tem dias que fica lotado. Muitos deles ficam ‘tampando’ a vitrine da loja, na qual atrapalha os clientes entrarem e observar o que tem aqui. Importante ressaltar que eles jogam muitas sujeiras pelas ruas, como sacos plásticos, onde guardam os produtos", aponta.

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