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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Carminha depõe à comissão, nega irregularidades e descarta deixar cargo

25 MAI 2016 - 08h01

A secretária de Obras e Infraestrutura, Carmen Lúcia Lorente, a Carminha, afirmou que não pedirá exoneração do cargo, e que não há irregularidades no programa Minha Casa, Minha Vida, em Suzano. Ela depôs ontem por três horas à Comissão de Políticas Sociais, da Câmara, que vai analisar possíveis irregularidades no programa federal.

Carminha entregou à comissão documentos técnicos sobre as exigências para ingressar no programa. Ela explicou ainda que a comissão vai analisá-los, já que os trâmites do Minha Casa, Minha Vida são complexos. “Como há várias legislações, a comissão vai analisar todas as leis. Isto porque tem que conhecer o assunto mais tecnicamente”.

A secretária disse ainda que não há maneiras de favorecimento aos contemplados, uma vez que os critérios são analisados criteriosamente e aprovados exclusivamente pela Caixa Econômica Federal (CEF). “A Prefeitura e, inclusive, eu não damos apartamentos e muito menos outra pessoa, além da CEF. Eles que aprovam”, assegurou.

Quando questionada sobre as irregularidades divulgadas, a secretária afirmou que o programa segue dentro da legalidade no município. “Tudo está certo e não há ilegalidades”.

Carminha frisou ainda que aguardará a resposta da comissão para se pronunciar à imprensa. “Vou esperar, para depois dar entrevista, mas lhe asseguro isso com tranquilidade”, destacou.

EXONERAÇÃO

No início do mês, o vereador Walmir Pinto (PDT) usou a tribuna para sugerir que Carminha pedisse exoneração do cargo. “Faço um apelo ao prefeito Paulo Tokuzumi (PSDB) de que exonere a secretária, que está foi citada em um escândalo em nível nacional. Essa é a maneira mais adequada para apurar as denúncias para que não haja interferências”, relatou anteriormente.

Ela afirmou que não pedirá exoneração. “Não fiz nada e não tem ilegalidade. Sou funcionária pública há 33 anos, e não tem nada que desabone minha pessoa. Antes das pessoas falarem deve-se analisar, mas cada um diz o que bem deseja”, ressaltou.

“As pessoas deviam fazer o mesmo que a comissão: primeiro analisar os documentos para dar qualquer posicionamento”, finalizou.

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