Envie seu vídeo(11) 97569-1373
terça 01 de dezembro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 30/11/2020
Reisinger Ferreira
ERICA ROMÃO
GOLDSTAR
Sec de Governo - Educação Kit de Atividades - Dezembro
GOLDSTAR
Cidades

Cetesb fiscaliza e descarta fumaça tóxica no Jardim Leblon

Denúncia foi feita, na semana passada, pelos moradores do bairro

Por Daniel Marques - de Suzano24 OUT 2020 - 23h44
Cetesb fiscaliza e descarta fumaça tóxica no Jardim LeblonFoto: Divulgação
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) descartou contaminação por fumaça liberada no Jardim Leblon. 
 
A denúncia foi feita, na semana passada, pelos moradores do bairro. Eles reclamam de fumaça liberada por uma indústria. 
 
Segundo os relatos, o cheiro vem de uma empresa de tecnologias e serviços de água, higiene e energia. 
 
Para a agência, a situação está normal. 
 
A Cetesb informou que “nunca foi constatada percepção de odores característicos da atividade da empresa ou odor fora dos padrões estabelecidos pela legislação”.
 
Só que os munícipes dizem que tem fumaça. Eles, no entanto, não sabem ao certo a frequência em que ela é liberada. Há quem diga que o cheiro fica mais forte às quintas-feiras, no período da tarde; tem relatos de que ocorre todas as noites e até quem afirme que são casos isolados.
O DS tentou entrar em contato com a empresa, mas até o fechamento da reportagem, a empresa não havia atendido as ligações feitas.
 
No documento emitido ao DS, a Cetesb diz que, em setembro, técnicos da percorreram o entorno da empresa, inclusive as ruas do bairro Jardim Leblon, e “não constaram emissões odoríferas, características das atividades do empreendimento”.
 
Já a Secretaria de Meio Ambiente de Suzano informou que esteve na região citada pela reportagem para averiguação de questões ambientais, mas que não foi acionada pela Ouvidoria Geral do Município sobre o caso em particular envolvendo a empresa citada.
 
Enquanto isso, a população não sabe o que vai acontecer. Inclusive, muitas pessoas têm medo de falar sobre o assunto e até de se identificar. 
 
Moradores já foram até a empresa e já fizeram um abaixo-assinado, mas nada resolveu. Há muitos anos, a situação incomoda o aposentado Antônio Jorge de Oliveira. Com vários Boletins de Ocorrência (B.Os), petições e até vídeos com declarações de outros moradores, ele diz que agora vai tentar, na Justiça, resolver o problema.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias