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Jornal Diário de Suzano - 20/10/2020
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Cidades monitoram 105 áreas de risco durante período de chuvas

15 MAR 2016 - 08h01

Se por um lado as "águas de março" fecham o verão e ajudam a elevar o nível dos reservatórios que abastecem o Alto Tietê; por outro, os constantes temporais colocam diversas regiões em estado de alerta. Atualmente, as prefeituras de Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Itaquaquecetuba monitoram 105 áreas de risco. Entre elas, locais com perigo de deslizamento, enchente e alagamento.

Em Suzano, a Defesa Civil monitora aproximadamente 30 áreas nas regiões norte, central e sul. Segundo o órgão, esses locais são considerados mais sensíveis por conta de critérios técnicos e/ou ocorrências anteriores. Nas regiões sul e norte, a Defesa Civil monitora tanto o risco de movimentação de terra quanto pontos de alagamentos. Na região central a maior incidência é de alagamentos. Até o fim deste mês ainda está em vigor o Plano de Contingência da Defesa Civil (PCDC), também conhecido como Plano Verão.

Nesta semana, após forte temporal, o muro que cerca uma casa na viela da Rua Teuru Nishikawa, ao lado da EMEI Jardim Gardênia Azul, caiu e um barranco desmoronou. A situação deixou os moradores do entorno em estado de atenção. A dona de casa Maria Aparecida Siqueira conta que teme o desabamento da casa onde mora. "A casa está toda rachada. A Defesa Civil nos mandou sair da casa, mas não temos para onde ir. Esperamos ajuda da Prefeitura", completa.

De acordo com a administração, estão sendo tomadas as medidas necessárias no local. Ela ressalta ainda que apenas uma casa tenha comprometimento sem risco iminente e destaca ainda que a Defesa Civil já encaminhou o caso à Assistência Social e para o Setor de Habitação.

Em Itaquá, o bairro Marengo Baixo passa por situação semelhante. Sete casas foram interditadas após o temporal de domingo, sendo que uma delas desabou parcialmente após uma movimentação de massa. As famílias estão nas casas de amigos e parentes até que a situação fique estável. Uma lona foi instalada no local para que não haja mais infiltração de água e novos desabamentos. "Neste momento, a situação que necessita de mais atenção é o Marengo Baixo, sendo monitorado 24 horas".

Mogi das Cruzes não possui áreas de risco iminente de deslizamentos. Na cidade, cinco áreas são monitoradas pela Defesa Civil e todas são particulares e regulares (veja detalhes na tabela). O município possui ainda seis pontos de inundação e 27 de alagamentos. Mogi também realiza ainda a Operação Verão e dá prioridade ao atendimento de questões que envolvem as precipitações.

A Defesa Civil de Ferraz apontou 17 áreas de risco. Destas, 11 são caracterizadas por deslizamento e seis por inundação. Sendo que todas são monitoradas constantemente. Entre os locais estão o Parque São Francisco, Vila Jamil I, Vila Cristina e Jardim Europa com risco de deslizamento, além de Jardim Pérola, Parque São Francisco II e Jardim São Lázaro II com perigo de inundação.

Em Poá são monitoradas 19 áreas, caracterizadas por risco de escorregamento e inundações. Entre os locais estão os bairros: Vila Varela, Vila Lúcia, Jardim Violeta, Chácara da Gruta, Cidade Kemel, Centro, Jardim Áurea, Conjunto Bonini. De acordo com a administração, o monitoramento é realizado por meio de vistoria 'in loco' principalmente quando o acumulado de precipitação pluviométrica em três dias chegar a 80 milímetros e por meio de solicitações de munícipes.

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