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Reabertura do parque

Com medição de temperatura e álcool em gel na entrada, Parque Max Feffer volta a funcionar após seis meses

Quem quiser acessar espaço, precisa estar usando máscara; horário de funcionamento é das 8 às 17 horas

Por Daniel Marques - de Suzano19 SET 2020 - 11h32
Parque recebeu visitantes na manhã deste sábadoFoto: Regiane Bento/Divulgação

Foi reaberto, na manhã deste sábado (19), o Parque Max Feffer, em Suzano. O espaço – que foi fechado por conta da pandemia, iniciada em março deste ano – voltou a receber visitantes após a Prefeitura encerrar os serviços no Hospital de Quarentena.

O parque foi reaberto às 8 horas e, em menos de dez minutos, mais de 20 pessoas acessaram o espaço. Houve medição de temperatura na entrada e um pedestal de álcool em gel foi disponibilizado para os visitantes.

Por enquanto, apenas atividades de caminhada, ciclismo e corrida estão liberadas. Os demais espaços do parque sofrerão retomada gradativa.

Para acessar o parque, o visitante precisa estar usando máscara. O horário de funcionamento será diário, das 8 às 17 horas. A entrada está acontecendo apenas pela Avenida Senador Roberto Simonsen, 90, no Jardim Imperador.

Mesmo com a retomada, muitas pessoas ainda tinham dúvidas se o parque estava realmente funcionando. O movimento de gente se exercitando do lado de fora do espaço, por volta das 7h30, era grande. Muitos que passaram pela entrada principal do local, ao verem as portas abertas, perguntavam se o parque já havia sido reaberto.

Comemoração

Muita gente sentiu falta do parque durante esses seis meses. Algumas pessoas realizaram suas atividades nas ruas ou em casa, mas teve quem deixasse de se exercitar neste período de Max Feffer fechado.

O motorista José Rodrigues de Meneses Filho, 54, comemorou o retorno. Ele foi o primeiro a acessar o espaço após a reabertura para fazer caminhada e disse que, com todas as medidas de segurança contra o vírus, é viável retornar aos exercícios agora.

“Costumo vir aos finais de semana com minha esposa. Concordo com a abertura, vai de cada um de nós ser consciente e manter o distanciamento e cuidado. Não é só porque está normalizando que vamos baixar a guarda. Temos que seguir nos cuidando até o vírus ser eliminado”, disse o motorista.

“Venho todos os dias ao parque e acho ótimo o retorno. Precisávamos voltar. Estamos sem ter onde fazer exercícios, porque na rua é complicado. Agora, vou fazer minha caminhada”, afirmou a aposentada Tania Caprucho, 64.

Já o projetista Rafael Costa, 33, disse que não conseguiu parar durante a pandemia. Ele gosta de fazer ciclismo, e o parque é um local essencial para que sua atividade seja realizada com segurança.

“Eu estaria mentindo se falasse que parei. Com certeza estava na hora de abrir, as pessoas precisavam se exercitar, e com esse controle (medição de temperatura e máscaras) está bom”, opinou.

“Acho que as coisas têm que voltar a acontecer, claro, com os devidos cuidados. Mas é essa a nossa realidade hoje”, disse o empresário Adriano Ferreira, 37, que pratica ciclismo no parque.

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