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Comandante-geral da PM anuncia novos policiais para o início de 2016

10 OUT 2015 - 08h01

O Alto Tietê receberá um reforço no número de policiais militares no início do ano que vem. Em novembro, ocorrerá a formatura de cerca de três mil novos agentes, que serão distribuídos para todas as regiões do Estado. A informação foi confirmada pelo comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel Ricardo Gambaroni. Antes de serem destinados aos batalhões, os novos formandos atuarão na Operação Verão, que visa reforçar a segurança de turistas e moradores das cidades do litoral de São Paulo.

Atualmente no Alto Tietê, os batalhões estão com uma deficiência de cerca de 10% no efetivo policial. Exceto o 32º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), onde a carência atinge os 14%. "A PM possui uma matriz organizacional que determinará objetivamente a distribuição do efetivo. Em um primeiro momento, os novos formandos irão trabalhar reforçando o litoral e depois vão para os batalhões", explicou Gambaroni.

O desafio da PM é que até o final de 2017, o quadro de efetivo previsto para todo o Estado que é de 93,8 mil policiais, esteja totalmente completo. Enquanto o número não chega ao ideal, o comandante-geral da PM ressaltou que, neste momento, a instituição está investindo para garantir a otimização do trabalho policial, por meio da tecnologia e da formulação de um novo modelo de polícia.

"Podemos melhorar a presença da polícia de duas maneiras: aumentando o número de policiais nas ruas, que englobaria aumento de salários e outros fatores, como o tempo de treinamento, que tornam a alternativa mais complicada. Ou podemos aumentar a eficiência. E é isso que estamos buscando atualmente".

O comandante-geral citou algumas ações a serem realizadas que poderão gerar dinamismo as ações da PM. Como a junção dos Centros de Operações da Polícia Militar (Copom) regionais, a ampliação do Projeto Radar, que visa identificar os veículos roubados e furtados. Além da implantação do modelo Ciclo Completo de Polícia Militar.

A instauração do modelo de Ciclo Completo teria o objetivo de potencializar o trabalho da polícia, diminuindo o tempo dos procedimentos burocráticos, aumentando assim, a presença policial nas ruas. No ciclo completo, caberia a uma mesma instituição policial fazer o trabalho preventivo e também o de investigação. O patrulhamento ostensivo, assim, ajudaria na investigação que, por sua vez, indicaria os melhores locais para distribuir os efetivos.

O novo modelo está sendo discutido em audiências públicas, que estão sendo realizadas em várias capitais do País. Ontem, a audiência ocorreu em São Paulo. Os resultados obtidos servirão de base para que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados elabore seu parecer sobre o assunto.

"Nosso trabalho tem que ser potencializado, pois nosso objetivo é servir o cidadão. A polícia e sociedade juntas são muito fortes. Infelizmente triplicar ou quadriplicar o tamanho da polícia significaria um custo muito elevado, o que trabalhamos hoje é para aumentar a eficiência. E pode ter certeza que esse é um trabalho que vem sendo feito. E isso é revelado nos nossos indicadores", concluiu o comandante geral.

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