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Jornal Diário de Suzano - 17/01/2020
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Comerciantes de Suzano contabilizam prejuízos provocados pela chuva

Vendedores de alimentos tiveram problemas com água e pragas urbanas saindo das bocas de lobo

Por Daniel Marques - de Suzano10 DEZ 2019 - 16h20
Reportagem encontrou, ao menos, dois ratos mortos no cruzamento da Travessa Mirambava com a Rua General Francisco GlicérioFoto: Daniel Marques/Divulgação

Comerciantes de Suzano contabilizam prejuízos por causa da chuva forte que atinge a cidade durante a tarde desta terça-feira, 10. O município registra pontos de alagamento na região central, Vila Amorim, Vila Urupês, Monte Cristo e outros. 

Em alguns estabelecimentos, a opção por interromper o serviço foi tomada. Isso por causa de pragas urbanas, como ratos e baratas, que sairam de bueiros e bocas de lobo. A reportagem encontrou, ao menos, dois ratos mortos no cruzamento da Travessa Mirambava com a Rua General Francisco Glicério. 

“Como vamos trabalhar desse jeito? Com um tempo desse não dá, olha essa cidade!”, desabafa José Maria da Silva, 65. Ele trabalha em uma barraca de cachorro-quente, que fica na Travessa Mirambava.

O vendedor cobra o desentupimento de bocas de lobo que ficam próximas ao seu comércio. “Já faz muitos anos que a gente vê isso aqui. A água não desce. Tem que desentupir esse esgoto. Quando a gente reclama, dizem que estamos errados, então vamos pedir socorro para quem?”, questiona.

Patrícia Barbosa, 22, trabalha em uma barraca de lanches. Ela teme perder clientes por conta dos ratos e baratas que saem das bocas de lobo em dias de chuvas. “Desse jeito, vai ficar difícil para vender. A gente trabalha com comida e dificulta muito”, diz.

Imprudência

Além dos problemas contabilizados pelos comerciantes, as fortes chuvas também afetaram o trânsito da cidade. O DS constatou que muitos motoristas abusaram da imprudência em algumas manobras.

Os pedestres tiveram que colocar o pé na água para atravessar algumas vias. Um dos pontos mais críticos da região central foi o cruzamento da Travessa Mirambava com a Rua General Francisco Glicério.

A babá Rosângela Alves, 52, teve que carregar a criança no colo nesse trecho, por conta da água. Ela classificou a situação como “vergonhosa”. “Deviam ter arrumado isso aqui. É uma vergonha ter tanta água empoçada neste local. Tem um rato morto ali (apontou para o rato), é um perigo. Tem que levar (a criança) no colo”, lamenta.

“Estou aqui há 1h20 e até agora a água não abaixou. Estou com meu carro ali na rua de trás e não consigo buscar. Isso aqui é um descaso da prefeitura, que cobra um imposto alto, e olha isso aqui”, reclama o metalúrgico Julio César, 34.

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