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Comerciantes do Shopping Popular sofrem com baixo movimento

05 MAR 2016 - 08h00

Os proprietários de boxes no Shopping Popular ainda sofrem com o baixo movimento no local. Segundo eles, o prejuízo acontece por conta do comércio irregular e a situação se agravou ainda mais com o fechamento da estação provisória de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A equipe do DS foi até o local e verificou que ainda tinha pelo menos 5 barracas de ambulantes na rua. Do outro lado da cidade, na Rua General Francisco Glicério, a atuação de comércio ilegal também é muito forte.

A comerciante Jaira Biana falou que as vendas estão muito fracas. "Depois que retiraram a estação provisória as vendas caíram de uma forma muito grande. Mesmo com a saída dos ambulantes aqui na frente, não melhorou muito. Deveria ter uma passarela aqui perto. Pelo menos, assim melhoraria o movimento com certeza".

O vendedor Alexandro da Silva disse que, no início do mês, o aumento de procura dos produtos aumenta. "Sempre quando é começo do mês as vendas crescem. É sempre do dia 3 até o dia 11. Após isso, o movimento cai e consigo tirar apenas R$ 60 por dia. Não tem como enfrentar essa dificuldade, só esperando mesmo".

O microempresário Wilson Rogério dos Santos comentou que vende fora do estabelecimento também. "Como a situação aqui está difícil, pegos meus produtos e vendo em outros lugares, como feiras e lugares apropriados. Se eu não fizer isso, acabo ficando sem dinheiro. Tinha que ter alguma solução para melhorar o movimento".

FISCALIZAÇÃO

Sobre a atuação do comércio irregular, a Secretaria de Assuntos Urbanos informou que o trabalho do Departamento de Fiscalização é constante no município. "Todas as semanas são realizadas de duas a três ações conjuntas (Fiscalização, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar e Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana) na área central priorizando vias como Benjamin Constant e General Francisco Glicério, bem como as áreas próximas à estação de trem (tanto na região Sul quanto na Norte), Terminal Norte e ainda nas proximidades do Centro Popular de Compras", explicou em nota.

Segundo a Fiscalização, as mercadorias apreendidas durante esse trabalho têm diferentes destinações, dependendo do tipo do produto. Por exemplo, no caso de mídias piratas e outros produtos falsificados (relógios, por exemplo) é encaminhado para incineração. Outros produtos como chips e capinhas de celular, por exemplo, ficam à disposição por 15 dias para retirada por parte dos ambulantes não reincidentes, mediante apresentação de nota fiscal e pagamento de multa. Se não forem retirados, os materiais também seguem para incineração. Já no caso de produtos perecíveis, como frutas, bolos e salgadinhos, quando não são retirados em até dois dias, podem ser doados ou inutilizados.

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