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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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Comércio disputa venda de produtos com ambulantes na área central

21 AGO 2016 - 08h00

O comércio ambulante permanece na região central da cidade. Produtos piratas são vendidos em meio à rua e munícipes reclamam sobre a ocupação das calçadas. A Prefeitura afirma que são feitas fiscalizações permanentes no município.

A comercialização de mercadoria pirateada é uma ação ilegal muito conhecida por quem frequenta as ruas do Centro. Não é difícil encontrar CDs, DVDs falsos, peças de couro ilegítimo, produtos eletrônicos sem garantia, bolsas, correntes, bijuterias, doces, brinquedos, almofadas, perfumes, tênis, meias e roupas esportivas que são réplicas de marcas famosas. Com um preço mais acessível do que as peças originais, o comércio ambulante ganha fregueses.

A Secretaria Municipal de Assuntos Urbanos esclareceu que a Fiscalização de Posturas atua permanentemente no município. No entanto, as operações mais pontuais, como nas proximidades do Centro Popular de Compras e na Rua General Francisco Glicério, por exemplo, demandam trabalho conjunto entre o setor de Fiscalização, a Guarda Civil Municipal e também a Polícia Militar, por isso, precisam ser programadas. Esse tipo de ação é realizado regularmente na cidade para coibir esse tipo de atividade.

POPULAÇÃO

A promotora de mercado Jéssica Ribeiro de Moraes conta que é adepta dos produtos. "Acho bom esse comércio. Não vejo problemas. É muito mais barato na rua. Nos shoppings e galerias do centro também vendem os mesmos produtos falsificados, por um preço maior. Eu já comprei peças de roupas desses ambulantes. Um ponto ruim é que acaba atrapalhando o deslocamento de quem passa".

A dona de casa Andreza Helenice da Silva também já comprou roupas dos ambulantes. "Acredito que esse é um meio de trabalho como qualquer outro. As marcas famosas ficam muito mais acessíveis. Já comprei roupas e sempre vejo alguns doces na rua. Mas, às vezes, atrapalham o movimento na calçada".

O operário Clariston dos Santos Lisboa compartilha da mesma opinião. "Todo mundo precisa trabalhar, ainda mais agora com essa falta de empregos. Mesmo sendo ilegal, já comprei carregadores portáteis, óculos de marca famosa, churrasquinho e outras comidas".

A analista de processos, Elaine Rocha Alves é contra o tipo de comercialização. "Não concordo com esse comercio, porque atrapalha na locomoção pelas ruas e calçadas. Sou contra a falsificação, nunca comprei nada deles. Entendo que todos precisam trabalhar, mas há outros meios".

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