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Jornal Diário de Suzano - 26/02/2021
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Construção de nova passarela pode recuperar 50% das vendas

12 AGO 2016 - 08h00

Com o fechamento da antiga passarela da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e a transferência da Estação Suzano, os comerciantes do início da Rua Benjamin Constante, e da Rua Benedito Gonçalves Pereira, no Parque Maria Helena, fecharam as portas. De acordo com o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Suzano (ACE), Neder Romanos, a implantação da nova passarela resolverá 50% do problema de retração nas vendas.

"Com a passarela metade do problema será resolvido. A outra metade se deve a fase em que estávamos vivendo. Até lojas dentro do shopping estão fechando. Vai voltar a desenvolver nessa região, tanto para o aluguel, como para o desenvolvimento dos que estão aí. Vai melhorar. Não há dúvida". Neder comentou ainda que a ACE acompanhará a construção da passarela, que foi confirmada pela companhia.

Apesar a previsão da vinda do novo acesso, os comerciantes continuam a fechar as portas. Já são 24 lojas fechadas. Na Benjamin, ao todo, nove lojas, entre elas, peixaria, restaurante e artigos diversos, encerram as atividades, conforme o DS já havia noticiado.

Na Rua Benedito Gonçalves Pereira são 15 comércios com as portas fechadas. De acordo com os lojistas, os fechamentos aconteceram todos após a transferência da estação. "Atrapalhou bastante, foi fechando tudo aqui. A venda caiu 80%. Com a passarela vai ajudar bastante, porque sem o acesso e com essa crise, está difícil", contou Pedro Laurindo Rodrigues, de 56 anos, que tem uma lanchonete na Rua Benedito.

Outro comércio no local está sofrendo com a mesma situação. O dono de uma bicicletaria, Aparecido Oliveira, de 56 anos, contou ao DS que em 33 anos de trabalho no mesmo endereço nunca tinha sofrido tanto com a queda das vendas. "De todo esse tempo que estou aqui essa está sendo a pior. Tudo depois que a estação saiu daqui. Atrapalhou muito a vida do pessoal", contou.

Se alguns estão persistindo, a comerciante Marienilza Neves de Souza, de 50 anos, contou que está encerrando suas atividades. "Essa é minha última semana. Não dá mais para continuar, não está vendendo", contou a dona de uma loja de roupas femininas.

"A gente vai tentando ficar e vai criando uma bola de neve de dívidas. Vou fechar porque não tem mais jeito", comentou.

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