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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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CPTM deixa de responder solicitação de comerciantes sobre pedido de passarela

06 MAI 2016 - 08h00

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) ainda não respondeu às reivindicações feitas por comerciantes da Rua Benjamin Constant e do Parque Maria Helena. A informação foi dada ontem durante reunião entre a Associação Comercial e Empresarial (ACE) e proprietários de estabelecimentos das localidades. Também esteve no encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico, Claudio Rocha.

O presidente da ACE, Neder Romanos, disse que as propostas ainda estão sendo analisadas pela CPTM. Ele destacou que os comerciantes não devem perder a esperança das mudanças, já que a companhia não se negou em dizer que continua analisando o pedido "O deputado Estevam Galvão (DEM) me ligou e contou que a companhia não deu resposta, mas está analisando. Ainda não existe um prazo, porém pode ser daqui a 15 ou 20 dias. Uma coisa é certa, a resposta não foi negativa, portanto, a esperança de que os pedidos sejam atendidos é boa".

Ele também disse que uma nova reunião não será marcada, pois a associação aguardará a resposta sobre o encontro entre o parlamentar, a companhia e um comerciante da cidade. "Vamos ver quando será marcada esta audiência. Quando for decidido poderemos ter uma data para conversarmos novamente".

Segundo o empresário Flavio Henrique Nunes, os comerciantes e moradores afetados pela mudança da Estação Suzano expressam diariamente a insatisfação por não ter nenhum acesso, que interligue as duas regiões. "Pessoal quer expressar a insatisfação - moradores e comerciantes. Vejo que esta reunião foi positiva porque, quando for marcado o encontro, eu irei para acompanhar. E vemos que o deputado esta trabalhando por nós", disse.

"A mudança afetou na vida de muitos aqui. Alguns têm que dar uma volta enorme. Fora outros que não conseguem passar pela estação e precisam vir pelo viaduto. O movimento de pessoas e dos comerciantes caiu, enfim, precisamos desta passarela fixa ou provisória", ressaltou o diretor da associação de moradores de bairro, Maurílio Viana.

Para o morador Anatalino da Silva, a mudança afetou drasticamente a vida da população local. "A dificuldade é grande. Ainda mais quando chove. Além do que de noite ninguém passa por aqui", disse.

O encontro reuniu cerca de 40 comerciantes no Shopping Popular, além de representantes da Prefeitura.

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