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Jornal Diário de Suzano - 22/10/2017
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R$ 1,99 a R$ 9,99

Crise econômica afeta poder de compra e lojas com preços acessíveis atraem suzanenses

Entre as mercadorias mais procuradas estão de consumo básico, como macarrão, feijão, produtos de limpeza, entre outros

Por Marcus Pontes - de Suzano01 OUT 2017 - 15h12
Lojas com preços a partir de R$ 1,99 até R$ 9,99 tem atraído consumidores dia após diaFoto: Sabrina Silva/Divulgação

As lojas com preços a partir de R$ 1,99 até R$ 9,99 tem atraído consumidores dia após dia. O motivo é que a atual crise econômica reduziu a frequência de consumidores em supermercados. Em Suzano, os estabelecimentos deste segmento oferecem ao público itens com preços acessíveis. Entre as mercadorias mais procuradas estão de consumo básico, como macarrão, feijão, produtos de limpeza, entre outros.

O DS visitou três lojas localizadas entre as ruas Benjamin Constant, General Francisco Glicério e Travessa Mirambava. Em todas, é possível observar o frequente vai e vem de consumidores em busca de itens mais acessíveis ao bolso. As lojas oferecem produtos com a mesma qualidade dos encontrados em mercados convencionais.

De acordo com o dono de um estabelecimento deste segmento, Heronildo Cavalcante de Oliveira, o consumidor consegue encontrar itens de marcas de renome, sobretudo, a vantagem é o valor mais baixo. “A variedade é grande. São itens de qualidade e com preços menores ao encontrado em mercados, por exemplo. Ou seja, o consumidor não vai encontrar nesse tipo de segmento itens que são ruins”, contou.

Oliveira frisa que desde o ano passado o movimento vem aumentado gradativamente.

Já Carlos Alberto Bento, que administra uma loja, na Travessa Mirambava, conta que o auge da crise afetou potencialmente as vendas. No entanto, ele disse que se mantém otimista por causa do aumento de consumidores. “Há cinco anos, nós tínhamos três lojas. A crise foi tamanha que precisamos fechar duas unidades. Agora, notamos que o movimento vem aumentando, até porque o cliente aproveita os preços baixos para comprar itens básicos, como papel higiênico, farinha, macarrão, entre tantos outros”.

Contudo, a crise econômica não apenas afetou as grandes lojas. Para o gerente de uma loja de R$ 1,99, na Glicério, Diego Oliveira Passarelli, o movimento está estagnado desde o início das atividades. Para ele, a situação financeira do brasileiro está difícil, portanto, as pessoas tem optado pela contenção de gastos. “Afetou a todos, mesmo nós que vendemos itens com valores baixos. Todos os dias mantêm o mesmo movimento, não tendo aumento”.

 

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