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Jornal Diário de Suzano - 27/10/2020
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Defesa Civil de Suzano entrega à Justiça laudo sobre condomínio alagado

08 JAN 2016 - 07h01

A Defesa Civil de Suzano apresentou à Justiça ontem o laudo indicando a situação do muro que cerca o condomínio residencial Vila Nova Paisagem, localizado na Avenida Armando de Salles Oliveira, que foi invadido no dia 26 de dezembro pela água de um córrego que corre ao lado do conjunto. A vistoria foi realizada no local anteontem. A pasta não soube informar quais serão os próximos passos do processo e não deu parecer sobre o laudo realizado. Os moradores do empreendimento estão se reestruturando após a enchente e estimam perda de R$ 50 mil.

A solicitação do laudo foi feita pela juíza Érica Marcelina Cruz, após o pedido realizado, junto à Justiça, pelo síndico do conjunto, para que fosse feita a reconstrução do muro que caiu com a força da água. A enchente aconteceu após uma forte chuva no município que aumentou o nível do córrego ao lado do condomínio. De acordo com os residentes, agora está sendo esperado que a Justiça indique o responsável pelo prejuízo dos moradores.

"O condomínio já havia sido invadido pela água do córrego uma vez e a construtora responsável reforçou parte do muro do empreendimento, deixando parte sem segurança. Eles sabiam dos riscos da situação, por isso acreditamos que ela é a responsável", contou a moradora Kaline Laurindo de Melo, de 33 anos. Ela explicou que os moradores estão esperando ser ressarcidos. "Eu e meu marido começamos a fazer as contas do prejuízo. Quando chegamos aos R$ 50 mil, choramos", contou.

Além do muro danificado, o empreendimento teve toda sua área comum alagada, incluindo piscinas, salões de festa, pista de caminhada e playground. Após 13 dias da tragédia, toda a água foi retirada no local, mas muita lama ainda é vista. 12 apartamentos foram atingidos pela água. "Perdemos toda a mobília. Tínhamos móveis planejados recém-comprados. Minha cama nova já foi jogada fora. Foi muito prejuízo, não consigo sem calcular", contou a moradora Nair Romão, de 62 anos. Na sua casa, todo o piso de madeira teve que ser retirado. "Estava com mau cheiro, já que toda a água que veio era esgoto".

A aposentada Sueli David Costa, de 70 anos, estima perda de R$ 15 mil. "Perdi os móveis. Um rack, um guarda roupa, uma cristaleira. Eu ainda estou no meu apartamento, eu não tinha para onde ir. Mas tem moradores que resolveram ir embora", comentou.

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