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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Defesa Civil e Cetesb controlam ‘fogo subterrâneo’ em terreno na SP-31

31 MAI 2016 - 08h01

A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) controlam bolsões de fogo subterrâneo em um terreno na altura do quilômetro 66, da Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31). Estes focos de incêndio acontecem por conta do descarte ilegal de lixo industrial, seguido de aterragem do terreno.

A situação preocupa os moradores da proximidade. Isso porque, eles relatam que no terreno, de cerca de mil metros quadrados, incêndios são iniciados de repente. A Prefeitura informou que o problema começou em 2014. A ação irregular fez com que o solo ficasse contaminado e junto aos possíveis gases, provocasse pontos de altas temperaturas por baixo da terra.

“O proprietário do terreno já foi notificado inúmeras vezes para que sejam tomadas as medidas necessárias para a solução do problema que coloca a comunidade em risco. Em épocas de alta temperatura, os bombeiros utilizam água para controlar os focos”, informou em nota a administração municipal.

Atualmente a área está com mato alto, lixos, entulhos e até mesmo imóveis velhos. Segundo os moradores, o maior problema aconteceu no último mês. Na ocasião, após começar um incêndio na área, a própria população do local teve que intervir para apagar as chamas. Segundo eles, o Corpo de Bombeiro e Defesa Civil foram acionados, porém não compareceram. Segundo os moradores, a fumaça do incêndio chegou a dar alergia em algumas pessoas. O trânsito da rodovia também foi afetado. Ocorrência semelhante foi registrada no ano passado.

De acordo com o proprietário de um lava-rápido, Yasuiti Yamane, o solo do terreno está repleto de lixo e tecido de courvin. "O fogo começou e aquela fumaça branca tomou conta. Diante disso, ligamos para um órgão público para que viessem apagar, mas não chegaram. Ai nós mesmo pegamos mangueiras do estabelecimento e esticamos até lá para conter as chamas".

A comerciante Marines Aparecida de Oliveira foi vítima da fumaça, que deixou ela e os filhos com problemas na garganta. "Passou um mês da ocorrência e estou com a voz afetada. Como há muitos lixos e tecido, afetou bastante a todos que ficam aqui por perto. Meus filhos ficaram com alergia na garganta também", lamentou.

Já o comerciante Alex Sandro Lins, falou que a área precisa de uma solução rápida. "Se não houver nenhuma manutenção, a situação só tende piorar. O motivo é porque a cada dia que passa tem mais chance de ocorrer um incêndio de novo. Nós estamos sendo prejudicados de todas as formas".

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