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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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Delegacia da Mulher fecha o ano de 2015 com 110 registros por mês

17 JAN 2016 - 07h00

Com cinco meses de funcionamento, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano registrou 549 boletins de ocorrência de casos de violência contra a mulher em 2015, ou seja, cerca de 110 por mês. Deste total, 380 casos tiveram inquérito aberto. Conforme divulgado pelo DS, em outubro eram 264 ocorrências, e em dois meses, o número de atendimentos na unidade dobrou. Entre as ocorrências estão lesão corporal, calúnia, difamação e injúria, tentativa de homicídio, ameaças e estupro. A delegada Silmara Marcelino aponta que o número de ocorrências foi maior que o esperado.

A maior parte dos registros é de ameaças, com 215 boletins abertos e de lesões corporais, com 198 ocorrências. Foram computados também 54 casos de calúnia, 29 estupros e uma tentativa de homicídio. Os demais B.Os são de atendimentos de pessoas de outros municípios, que foram transferidos, e ocorrências não criminais. As ocorrências na DDM têm aumentado a cada mês. No último levantamento do DS, em outubro, a delegacia havia computado 80 casos de violência contra a mulher em agosto e em setembro 107.

De acordo com a delegada da DDM, Silmara Marcelino, o número de ocorrências durante os meses de funcionamento da delegacia, em 2015, é maior do que o esperado. "São altos números. Recebemos mais denúncias do que estávamos esperando", comentou. Silmara explica que apesar disso, não acredita em um crescimento nos casos de violência. "O que acontece é que estamos cada vez mais divulgando o atendimento da DDM e isso trás conhecimento e segurança para a vítima denunciar a violência. As pessoas estão cada vez mais informadas", pontuou.

Um dos crimes que mais teve aumento nas denúncias dentro de dois meses foi o estupro. Em outubro eram 16 casos registrados na delegacia em dois meses de funcionamento, dois meses depois, o número foi para 29 casos, um crescimento de 80%. "É um número assustador. Principalmente considerando que o estupro é um dos crimes mais grave dentro da violência doméstica", esclareceu a delegada. Apesar disso, Silmara comenta o desempenho da delegacia. "Temos tomado as medidas necessárias em todos os casos, seja o afastamento do agressor do lar ou outras medidas protetivas. Temos cumprido nosso papel", pontuou.

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