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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2018
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Denis apresenta projeto pedindo exclusão de mais 4 cargos comissionados

Desta vez, o Projeto de Lei, de autoria do vereador Denis Claudio da Silva (DEM), o Filho do Pedrinho do Mercado, pede a exclusão de quatro cargos da alta cúpula da mesa diretiva do Legislativo suzanense

Por Marcus Pontes - de Suzano09 NOV 2018 - 12h11
Na nova proposta do democrata, a economia será de R$ 289.388,88 anuaisFoto: Sabrina Silva/Divulgação
Após o anúncio de que a Casa de Leis de Suzano teria de reduzir o número de assessores parlamentares, de 5 para 4, um novo projeto pretende diminuir ainda mais o número de funcionários comissionados. Desta vez, o Projeto de Lei, de autoria do vereador Denis Claudio da Silva (DEM), o Filho do Pedrinho do Mercado, pede a exclusão de quatro cargos da alta cúpula da mesa diretiva do Legislativo suzanense. São eles: chefe de gabinete da Presidência e Ouvidor Legislativo, ambos com salário de R$ 6.335,05 e, também, os de Superintendente Operacional e Coordenador Geral da Assessoria Especializada das Comissões Permanentes, tendo salários de R$ 5.722,82.
 
Na nova proposta do democrata, a economia será de R$ 289.388,88 anuais. “Se for para cortar, que seja na própria carne. Vamos nos adequar ao Tribunal de Contas, então, a gente entende que também atinja a estes quatro cargos”, explicou o parlamentar.
 
Segundo Denis, a proposta foi protocolada na última quarta-feira, durante sessão ordinária, na Casa de Leis. Agora, a expectativa é que o Projeto de Lei seja lido na sessão da próxima quarta-feira, dia 14. “Vamos entrar com uma tramitação em urgência para que seja votado junto com a extinção dos demais cargos”, frisou.
Ao DS, Denis revelou a situação desconfortável, que está permeando na Casa de Leis com a exclusão de assessores. “Querendo ou não são pais e mães de família, que dependem deste recurso. Todos parlamentares se mostraram contrários”, disse.
 
Segundo o presidente da Câmara, Leandro Alves de Faria (PR), o Leandrinho, a redução de 5 para 4 assessores foi um apontamento do Tribunal de Contas. Ele também comentou sobre a retirada de carros oficiais. “Se tivessem feito isto antes, a situação seria outra. Não tínhamos alternativa. Eu também tive uma perda no meu gabinete”.

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