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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2018
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DER reforça fiscalização na SP-31 para melhorar segurança de pedestres

Motivo da ação é por causa dos pedestres locais que sofrem para atravessar a rodovia em Palmeiras

Por Lucas Lima - de Suzano14 ABR 2018 - 22h59
SP-31: expectativa é coibir caminhões que realizam entregas em ponto considerado perigoso para os pedestresFoto: Sabrina Silva/Divulgação
O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) solicitará apoio da Polícia Militar Rodoviária (PMRV) e intensificará a fiscalização na Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31), altura do 12.510, para coibir a presença de ambulantes e de caminhões que realizam entregas em pontos irregulares. O motivo da ação é por causa dos pedestres locais, que sofrem para atravessar a via. Eles destacaram que no trecho os motoristas não os respeitam, além de reclamarem da falta manutenção das faixas de passagem e da instalação de mais semáforos.
 
O DS esteve no local esta semana e verificou que pedestres arriscam a vida atravessando a rodovia. Isso porque motoristas não respeitam a ordem de parada, quando um pedestre está na faixa de passagem. Além disso, há a falta de alternativas para os pedestres andarem, como semáforos ou até mesmo uma passarela que tinha antigamente.
 
A balconista Erika Silva de Miranda, que trabalha num supermercado localizado ao lado da rodovia, disse que passa por perigo quase todos os dias no local. Ela ainda relatou que uma amiga já foi atropelada por um carro. "Além das faixas de pedestres estarem apagadas, os carros não respeitam as pessoas que atravessam a via. Passam muito perto dos pedestres, que na maioria das vezes precisam correr para não serem atingidos, como aconteceu com a minha amiga", lamentou.
 
Morando há apenas dois meses na região, a estudante Daiane Rodrigues notou o problema e ressaltou que um semáforo resolveria todo o problema. "Tem radar, tem faixa de pedestre e o que falta é mais semáforo. Os motoqueiros, principalmente, passam numa velocidade altíssima. Perigoso demais", argumentou.
 
Já a doméstica Marina da Conceição enxerga a solução do problema distante. Segundo ela, havia uma passarela no local que foi retirada devido, na época, ser utilizada para ambulantes e até mesmo usuários de drogas durante a noite. "Depois que tiraram a passarela, o movimento de carros e consequentemente o comércio da região cresceram. Porém, a passagem pela ponte, o que era mais seguro para o pedestre, trazia também muitos problemas. Então não tem muito que se resolver", completou.

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