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Jornal Diário de Suzano - 20/10/2020
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Destroços, ruínas, escombros e mato ao redor do Mirante espantam visitantes

04 FEV 2016 - 07h01

Quem cresceu em Suzano ainda guarda na memória a região do Mirante, espaço localizado logo após o término da Avenida Katsutoshi Naito, no Sesc. Para os mais esquecidos, a área de mais de 20,5 mil metros quadrados, é conhecida pela antiga torre de bombeamento da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - abandonada há mais de 20 anos. Hoje, o lugar que oferece vista privilegiada da cidade, está em ruínas. Mato e entulhos também compõem o cenário.

Com vista comparada ao Pico do Urubu, em Mogi, o Mirante se destoa da área verde e com turistas da cidade vizinha. O que poderia oferecer a população horas de lazer, observação do mapa viário e algumas fotos, espanta os visitantes.

Logo ao chegar ao local, vê-se que o espaço pedregoso está cheio de entulhos, madeiras velhas, pedras e mato. No entorno da antiga torre de bombeamento falta espaço seguro para caminhar e dentro do local há poças de água que podem se tornar criadouros fáceis para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Ao fundo é possível encontrar uma Suzano agitada, com carros e prédios. Enquanto isso, o primeiro plano está estampado por fragmentos. Porém, a insegurança também assombra o local. Para se ter uma ideia, em cerca de meia hora - período em que a reportagem esteve no espaço - ninguém se aproximou da região, que se tornou erma.

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