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Jornal Diário de Suzano - 24/10/2020
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Dez em cada 50 orelhões sofrem vandalismo nas ruas centrais

31 JAN 2016 - 07h01

Suzano possui atualmente 1.159 orelhões. A Telefônica/Vivo, empresa responsável pelos aparelhos, informou que grande parte é danificado por atos de vandalismo. A equipe do DS percorreu quatro das principais ruas da área central do município e constatou que a cada 50 orelhões encontrados, 10 estão em má conservação e não funcionam. A assessoria de imprensa da empresa não passou o total de aparelhos quebrados na cidade.

Entre as vias percorridas estão a Avenida Armando de Salles Oliveira, a Rua General Francisco Glicério, a Rua Benjamin Constant e a Avenida Antonio Marques Figueira. Pichações, depredações e fios soltos são problemas vistos nos telefones. Na Glicério é encontrado o maior número de aparelhos. Ao todo são 22, sendo que 18 estão operando e quatro estão totalmente desligados. Já na Antonio Marques Figueira foram localizados apenas cinco telefones. Todos estavam funcionando. A Armando de Salles possui apenas quatro orelhões em três quilômetros de extensão, sendo que dois não estavam funcionando. A Benjamin Constant possui 11 aparelhos, porém três não estavam funcionando. Na Praça dos Expedicionários há 12 orelhões em serviço.

A Telefônica esclareceu ainda, que com relação à manutenção, a operadora possui sistema remoto que detecta defeitos nos aparelhos, além de realizar vistorias periódicas e presenciais dos orelhões

O auxiliar de produção, Emerson Marques Figueira, de 45 anos, disse que utiliza o aparelho raramente. "Atualmente é muito difícil eu usar. Só se for por alguma necessidade ou em último caso. Já a questão física dos telefones está péssima. Dá para notar facilmente que vândalos realizam ação de mau gosto".

Já o motorista Genival Gomes dos Santos, de 50 anos, falou que deveria ter mais fiscalização nos orelhões. "Os telefones não fazem nada para estes vândalos quebrarem eles. Funcionários tinham que fiscalizar para que não haja estas depredações. Sei que não usamos tanto os aparelhos, mas também não pode acontecer isto".

A auxiliar técnica Maria José Celestino, de 37 anos, explicou que há poucos orelhões em toda a cidade. "Quando estou sem crédito no celular, uso para ligar. No meu ponto de vista deveria ter mais, pois muitas vezes chegamos a um, mas ele não funciona. É muito difícil achar um em bom estado".

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