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Cidades

Em meio à pandemia, inadimplência cai 26,6% e chega a 4,8 mil devedores

Números são de março deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando 6.584 pessoas estavam na lista de devedores, em Suzano.

Por Matheus Cruz - de Suzano18 ABR 2021 - 05h00
Em meio à pandemia, inadimplência cai 26,6% e chega a 4,8 mil devedoresFoto: Regiane Bento/DS
O número de inadimplentes no comércio de Suzano registrou queda de 26% em comparação com o mês de março de 2020, quando 6.584 pessoas estavam na lista de devedores. O número do mesmo período neste ano foi menor; 4.827 inadimplentes foram registrados no banco de dados. 
 
Por outro lado, de acordo com os dados disponibilizados pela Associação Comercial e Empresarial de Suzano (ACE), o número de pessoas que deixaram a lista de inadimplência também passou por queda se comparado à março do último ano. 
 
Em 2020, 5.438 pessoas foram excluídas da lista de devedores, enquanto em março deste ano, foram apenas 2.932 exclusões do banco de dados. A queda é de 46%. 
 
Desde o início da pandemia, a ACE vem registrando quedas constantes no número de inadimplentes no município de Suzano. A explicação, de acordo com a entidade, é a série de restrições no comércio local motivadas pelo coronavírus. 
 
A queda também pode ser explicada pela diminuição da renda das pessoas, que com o agravamento da pandemia e, proporcionalmente, a baixa circulação financeira, precisam limitar gastos e comprar somente o necessário.
 
Mesmo com a situação financeira prejudicada, a ACE destaca que existem meios para os endividados deixarem a inadimplência. Para isso, a negociação é o melhor caminho. 
 
“A ACE Suzano sempre orienta os devedores a negociar suas dividas diretamente com os credores evitando intermediários que fazem o chamado serviço de “Limpe seu Nome”. Muitas vezes esses serviços são cobrados com a promessa de negociar as dividas com os credores e isso não acontece, fazendo com que o devedor continue com sua divida e seu nome e as restrições também continue”, destaca a entidade. 
 
A associação também orienta que o consumidor compre sempre consultando o bolso. O uso do cartão de crédito de forma descontrolada se apresenta como um maior vilão, principalmente contando a taxa de juros.
 
“Não faça dividas que não caiba em seu orçamento, principalmente compras com cartão de crédito, já que a taxa de juros dessa modalidade é proibitiva e a falta de pagamento total na data do vencimento do cartão pode acarretar em valores que são muitos altos e quase impossíveis de serem pagos”, completa. 
 
Para passar por este momento pandêmico, a recomendação é cautela na hora da compra. A escolha por itens realmente importantes e essenciais se mostra o melhor investimento.

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