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Massacre no Raul Brasil

Em telegrama, Papa Francisco lamenta ataque e se diz entristecido

Mensagem do Papa Francisco mostra seu sentimento de solidariedade às famílias de vítimas de ataque

Por Edgar Leite - de Suzano17 MAR 2019 - 00h04
Em telegrama, Papa Francisco lamenta ataque e se diz entristecidoFoto: Divulgação
O Papa Francisco enviou à Diocese de Mogi das Cruzes uma carta dizendo que está “profundamente entristecido” com o massacre na Escola Raul Brasil. Na quarta-feira (13), dez pessoas morreram, sendo 5 alunos, duas funcionárias, um comerciante, além dos dois atiradores, que se suicidaram.
 
O telegrama do Papa foi enviado ao bispo de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, e manifesta toda sua solidariedade. Na mensagem, ele desejou “conforto espiritual às famílias atingidas”.
Diante da “abominável tragédia”, o Papa convidou a todos a promover a “cultura da paz com o perdão, a justiça e o amor fraterno, como Jesus nos ensinou”. 
 
O pontífice disse que reza pela recuperação dos feridos.
 
O telegrama é assinado pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin. 
 
Nova Zelândia
 
Na sexta-feira (15), o Papa Francisco também declarou estar muito triste pelos atos violência cometidos contra duas mesquitas na Nova Zelândia, expressando sua solidariedade para com a comunidade muçulmana do país.
 
"O Papa Francisco ficou muito triste ao tomar conhecimento dos feridos e das mortes causadas por atos de violência sem sentido contra duas mesquitas em Christchurch, e assegura a todos os neozelandeses, e em particular à comunidade muçulmana, sua sincera solidariedade neste momento", afirma um comunicado assinado pelo número dois do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.
 
"Sua santidade reza pela recuperação dos feridos, o consolo daqueles que lamentam o desaparecimento de seus entes queridos e por todos os afetados por esta tragédia", acrescenta o texto. Ao menos 49 pessoas morreram em ataques na sexta-feira contra duas mesquitas da cidade neozelandesa de Christchurch e, segundo as autoridades locais, um dos autores foi identificado como um extremista australiano.

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