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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Esgoto a céu aberto atrapalha comerciantes em avenida no Jardim Revista

17 JUN 2016 - 08h01

Os comerciantes da Avenida Francisco Marengo, no Jardim Revista, têm tido dificuldade para trabalhar devido a um esgoto a céu aberto que vaza por cerca de 40 metros da via. Na extensão, pelo menos cinco comércios convivem com o problema há 14 anos. Um dos comerciantes do local desistiu do ponto e fechou as portas devido ao mau cheiro que afasta a clientela.

O DS esteve no local e identificou quatro bocas de lobo entupidas, quebradas e com matagal crescido, no trecho entre os números 606 e 676 da avenida, que deveriam servir para escoar a água. O mau cheiro forte incomodam os comerciantes e atrapalham as vendas. Na região há estabelecimentos de material de construção, serralheria e posto que presta serviços na manutenção de veículos.

"Não existe rede de esgoto nessa área. Já reclamamos com a Prefeitura e não recebemos retorno. O problema são as bocas de lobo que são recebem manutenção ou limpeza", explicou o morador e comerciante do local, Ebert Bola, de 59 anos.

Ainda de acordo com Bola, a Sabesp esteve no local anteontem para uma vistoria. "Eles informaram que não é da responsabilidade deles. Que falta manutenção da Prefeitura", contou.

Ele conta ainda que um dos vizinhos que tinha um comércio bem em frente ao trecho com esgoto a céu aberto resolveu fechar o negócio. "Caminhões passavam e jogavam o esgoto para dentro do comércio dele. Aí dele desistiu. Abriu um estabelecimento em outro lugar", explicou.

O proprietário de uma serralheria Dionísio Paulino dos Santos, de 43 anos, conta que o problema com a Prefeitura e a Sabesp permanece há anos. "São 14 anos. A Prefeitura diz que é responsabilidade da Prefeitura e a Prefeitura que é da Sabesp. Enquanto isso a gente tem que conviver com isso. Atrapalha muito. Os clientes têm que parar aqui com esse esgoto. É uma nojeira", explicou.

Os comerciantes contaram também, que o local é a parte mais baixa da avenida. Devido a isso, quando chove a água e o esgoto se misturam e acumulam na região. "Agora aqui está bom, comparado com o que fica. O cheio piora muito também. O pessoal me pergunta como aguento trabalhar diariamente aqui. Isso afasta a clientela", contou Alcemir Souza Silva, de 65 anos, proprietário de uma loja de recuperação de embreagens.

RESPOSTA

A Secretaria de Serviços e Manutenção informou, em nota, que enviou um técnico ontem ao local para averiguar a situação e já incluiu a demanda na programação. A previsão é de que os serviços sejam realizados nas próximas semanas. (R.J.)

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