Envie seu vídeo(11) 97569-1373
quarta 11 de dezembro de 2019

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 10/12/2019
COLÉGIO PLENITUDE
Evatânia Psicopedagoga

Farmacêuticos de Suzano comemoram lei para receitas médicas com letra legível ou digitada

Legislação, publicada no último dia 12, é de autoria do vereador Jaime Siunte (PTB), foi assinada pela presidente da Câmara de Suzano, Gerice Lione, e se tornou lei em Suzano

Por Daniel Marques - de Suzano24 NOV 2019 - 10h19
Farmacêuticos comemoraram, já que muitas vezes não conseguem entender a letra de alguns médicosFoto: Regiane Bento/Divulgação
A lei que obriga médicos e odontologistas a emitirem receitas com letra legível ou digitada agrada farmacêuticos suzanenses. A legislação, publicada no último dia 12, é de autoria do vereador Jaime Siunte (PTB), foi assinada pela presidente da Câmara de Suzano, Gerice Lione, e se tornou lei em Suzano.
 
O objetivo da lei é impedir que receitas sejam interpretadas de forma incorreta pelos profissionais que trabalham em farmácias, evitando que vidas sejam colocadas em risco.
 
Os farmacêuticos comemoraram, já que muitas vezes não conseguem entender a letra de alguns médicos. Isso prejudica o paciente que, muitas vezes, precisa retornar ao hospital para conseguir entender o nome do medicamento. A situação acontece principalmente quando o remédio é destinado a alguma criança.
 
A farmacêutica Jucilene Andrade Souza, 41, diz que prefere não correr o risco de dar o medicamento errado quando não entende a letra. Por isso, ela pede para o paciente retornar.
 
Ela ainda destaca que letras de mulheres são "mais legíveis" do que a de profissionais do sexo masculino e diz como faz para entregar o remédio correto em alguns casos. "Quando não consigo entender, pergunto para alguns médicos ou então, por meio do formato da letra e dos sintomas do paciente, consigo identificar de qual medicamento se trata", explica.
 
A publicação da lei agrada João Alfredo Gomes de Medeiros, 38. No entanto, ele diz que o Poder Público precisa dar o suporte necessário no caso de receitas elaboradas por impressoras. "Algumas receitas eu sinto vontade de rasgar. A medida é ótima, mas tem que dar o suporte para os postos de saúde e hospitais. Criar a lei é fácil", afirma.
Já a Claudia Cortez, 39, diz que recebe as piores receitas de pacientes que passaram pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela lamenta que, em alguns casos, o período do tratamento da receita não é o ideal. 
 
"Alguns médicos passam o medicamento e estipulam período muito curto para uso. Isso quando dá para entender, porque às vezes, tenho que pedir para alguém me ajudar. Tem alguns casos que não tem como, então peço para retornarem", diz. 

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias