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Jornal Diário de Suzano - 25/02/2021
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Fases laranja e vermelha vão ameaçar 3 mil empregos, alerta Sincomércio

Governador decretou fase vermelha após às 20h de dias uteis, finais de semana e feriados

Por Matheus Cruz - de Suzano22 JAN 2021 - 22h35
Valterli: “A notícia preocupa principalmente os profissionais destes setores, que não poderão trabalhar após às 20 horas”Foto: Regiane Bento/DS
Com o recuo para fase laranja mesclado à fase vermelha, cerca de 3 mil empregos do comércio deverão ser ameaçados. É o que avalia o Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes e Região (Sincomércio). O alerta ocorre após o governador João Dória (PSDB) determinar - em coletiva realizada nesta sexta-feira (22) -, o recuo para a fase laranja em dias úteis, mesclando com a fase vermelha, que valerá após às 20 horas e integralmente aos finais de semana e feriados.
 
Na etapa laranja, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais podem funcionar por até oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% da capacidade e encerramento às 20h.
 
O consumo local em bares está totalmente proibido. 
 
Na fase vermelha, apenas serviços essenciais podem funcionar.
 
De acordo com o presidente do Sincomercio, Valterli Martinez, a decisão já era esperada, já que os casos de contaminação estão em alta. Entretanto, a notícia não traz boas perspectivas para o ramo alimentício.
 
“Temos uma grande quantidade de restaurantes na região. Com o endurecimento das restrições, a notícia preocupa principalmente os profissionais destes setores, que não poderão trabalhar após às 20 horas. Estimamos que cerca de 3 mil empregos poderão ser comprometidos”, disse.
 
A medida tem o objetivo de evitar o colapso da rede pública de saúde por conta do aumento de casos de Covid-19 em todo o Estado de São Paulo nas últimas semanas. 
 
As novas medidas vão valer até o dia 7 de fevereiro. Até lá, nenhuma região poderá avançar às fases amarela e verde, as mais flexíveis em relação ao atendimento presencial. 
 
O Sindicato do Comércio Varejista pretende recorrer para que haja alternativas de evitar prejuízos aos setores não essenciais, é o que explica o presidente da entidade.
 
“Faremos solicitações para as prefeituras, para que no sábado, o comercio possa trabalhar na modalidade de delivery e drive thru. É uma alternativa para que consigam ao menos atender parcialmente, seguindo todas as medias necessárias”, explicou. 
 
De acordo com ele, a expectativa é que o consumidor tenha a possibilidade de buscar seus produtos, assim como realizar trocas aos finais de semana, já que muitos trabalham durante a semana.

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