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Jornal Diário de Suzano - 02/12/2020
Reisinger Ferreira
ERICA ROMÃO
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Férias: seguro de residências tem aumento de procura em 15%

26 JUL 2016 - 08h00

Com as famílias saindo de férias, os seguros residenciais começam a ser procurados para deixar as casas em segurança. O Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo (Sincor) estima que o Alto Tietê tenha um aumento de até 15% na venda do serviço, agora no período de recesso escolar. Suzano está entre as cidades com a cotação mais alta do seguro devido ao índice de violência.

Apesar do período de crise econômica citada por diversos setores de trabalho, o diretor regional da Sincor, Fábio Ferreira Mattos, acredita que o serviço deve ter um aumento de até 15%. O seguro residencial cobre as residências em casos de roubo, furto e incêndios, além de prestar pequenos serviços de assistência como conserto de máquinas de lavar, geladeira, limpeza de caixas d'águas, entre vários outros.

"Nesse período aumenta o número de negócios fechados. O valor continua o mesmo. Nas férias temos um aumento de 10 a 15%. Estamos em crise também, tem esse problema que deve ser levado em consideração", explicou Mattos. Questionado sobre a variação de preço, ele diz que depende de cada cidade. "Depende. Mogi das Cruzes é uma situação, Suzano é outra. Mogi, por exemplo, já é mais privilegiado, pode aderir mais ao seguro", explicou.

De acordo com o diretor do Sincor, os seguros residenciais contam com diversos pacotes diferentes que podem ser escolhidos pelos clientes. A inclusão do seguro para roubo e furto é a opção mais cara do serviço. Apesar disso, os moradores que tiverem prejuízo com imóveis incendiados ou roubados poderão acionar o seguro e ser ressarcidos. "No caso de ações criminosas, o cliente tem que abrir o Boletim de Ocorrência (B.O.) e depois avisar o seguro, que o reembolsa. Em Mogi tivemos duas ocorrências de roubo, recentemente, um com prejuízo de R$ 3 mil e outro de R$ 4 mil", contou.

Mattos também explicou que áreas com maior incidência de criminalidade acabam encarecendo o serviço. "Aumenta o risco, aí aumenta os valores. Esses são os casos de Itaquaquecetuba, Suzano e Poá. Quanto mais se aproxima da Zona Leste, maior o valor, porque o risco é maior. O custo pode crescer em até 30% em comparação de Mogi. E dependendo da região nem aceita", explicou.

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