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Jornal Diário de Suzano - 11/12/2019
Evatânia Psicopedagoga

Greve afeta 3,3% dos professores na região, estima Governo do Estado

Número é considerado abaixo da média diária. Escolas consultadas por reportagem tiveram aula normal

Por Daniel Marques - da Região26 NOV 2019 - 22h02
DS visitou escolas estaduais da cidade para saber se os professores entraram em greve durante o dia de ontem. Das quatro instituições consultadas, apenas uma confirmou que alguns profissionais aderiram à greveFoto: Regiane Bento/Divulgação
A greve dos professores estaduais na região teve adesão de 3,3,% e não prejudicou as escolas, segundo avaliação do Governo do Estado. Um ônibus saiu da subsede de Suzano do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) com professores da cidade até a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Educadores, segundo a diretora-executiva do sindicato, Ana Lúcia Ferreira, se deslocaram até o local de carro e transporte público.
 
O objetivo foi discutir a proposta da Reforma da Previdência Estadual e apresentar mudanças. Os professores acompanharam a reunião na Alesp e, em seguida, foi realizado um ato do funcionalismo público. 
 
"A reforma não afeta só os professores, mas sim todos os funcionários públicos estaduais, incluindo gente da área de Segurança Pública, Saúde, entre outros", disse Ana Lúcia.
 
Panorama em Suzano
 
DS visitou escolas estaduais da cidade para saber se os professores entraram em greve durante o dia de ontem. Das quatro instituições consultadas, apenas uma confirmou que alguns profissionais aderiram à greve.
 
Funcionários da Escola Estadual Vereador Antônio Valdemar Galo informaram que dois educadores se ausentaram por conta da paralisação.
 
Essa foi a única das instituições consultadas pela reportagem que registrou faltas de professores por conta da manifestação. A Escola Estadual Professora Jussara Feitosa Domschke, segunda instituição consultada, contou com todos os 17 professores trabalhando no prédio na manhã de terça-feira.
 
"Hoje em dia é muito difícil aderirem à greve, nós vivemos um momento econômico difícil", disse um professor à reportagem.
 
Segundo funcionários da Escola Estadual Professor Geraldo Justiniano de Rezende Silva, que fica na Vila São Jorge, a escola contou com todos os 16 professores na manhã de ontem. Nenhum educador aderiu à paralisação.
Por interfone, funcionários da Escola Estadual Professora Luiza Hidaka afirmaram que a instituição teve "aula normal" na manhã de ontem.

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