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Jornal Diário de Suzano - 29/10/2020
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Interrupção da circulação de trens gera transtornos para passageiros da região

04 DEZ 2015 - 07h01

A interrupção da circulação dos trens na Linha 11- Coral, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), ontem causou transtorno aos moradores do Alto Tietê que utilizam a linha todos os dias. De acordo com a assessoria de imprensa da CPTM, a paralisação foi causada por uma falha em um trem de manutenção que circulava na Linha 11 interrompendo a circulação das composições durante manhã, entre as Estações Luz e Guaianases. O problema ocorreu das 4h30 às 7 horas. Segundo a empresa, às 8 horas a situação foi normalizada. Apesar de o problema ter acontecido no trecho de São Paulo, a situação provocou reflexos nas estações da região.

A companhia divulgou que o trem com falha foi retirado da via às 5h45 e o trecho liberado, porém, alguns usuários utilizaram extintor de incêndio para quebrar o vidro de uma janela e de uma das portas, descendo na via, não aguardando o prosseguimento da viagem. Por motivo de segurança, a circulação dos trens foi interrompida.

A Estação de Suzano foi uma das que sofreu o impacto da paralisação. De acordo com o estudante Adilson Tenório da Silva Junior, de 18 anos, durante a manhã, de Suzano a Calmon Vianna, em Poá, o percurso demorou 1h20. "Fui para a estação, no início da manhã, pegar o trem até a minha faculdade que fica na Mooca. Tive que esperar 1h20 até chegar em Calmon Vianna, onde geralmente pego a Linha 12- Safira. Desta vez, todos foram obrigados a pegar a Linha 12, já que informaram que não haveria prestação de serviço na (linha) 11", explicou o estudante.

Ainda de acordo com Silva Junior, a Estação Calmon Vianna estava lotada. "Um caos. Devia ter mais de mil pessoas esperando o trem. Quando finalmente um trem vazio chegou, e todo mundo entrou, fui informado que a composição não prestaria serviço. Todo mundo teve que voltar a Estação e aguardar mais tempo ainda e com o número de pessoas aumentando", explicou.

Já o morador de Ferraz de Vasconcelos, Estevão Martins Oliveira da Silva, explicou que perdeu uma consulta média devido ao atraso do trem. "Peguei o trem sentido São Paulo quando já devia estar normalizado. Mesmo assim, os trens estavam circulando com maior intervalo, cerca de 15 minutos. Cheguei ao meu destino meia hora atrasado e acabei perdendo a consulta", contou o morador.

Após 2h30 da normalização, informada pela CPTM, o suzanense Mauro Borges de Brito, de 39 anos, contou que ainda se via o reflexo da paralisação. "Consegui fazer meu percurso normalmente, de Suzano à Ferraz, mas as estações estavam mais cheias que o normal", contou.

O professor universitário, Francisco Sogari, que utiliza a Linha 11 todos os dia para ir e vir do trabalho comentou que situações como esta se repetem. "Quem usa os trens da CPTM todo dia vê essa irregularidade e demora sempre. Há constantes atrasos e paralisações", comentou.

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