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Jornalista do DS revela preocupação em Orlando com passagem do furacão Dorian

Até segunda-feira (2) o estado de apreensão por conta do Dorian era maior por conta das primeiras mortes em Bahamas

Por de Orlando05 SET 2019 - 23h58
Jornalista do DS revela preocupação em Orlando com passagem do furacão DorianFoto: Edgar Leite/DS
Em Kissimme, Região Metropolitana de Orlando, desde domingo (1° de setembro) passando férias com a família, o jornalista e editor do DS, Edgar Leite, revela uma mudança brusca na rotina dos norte-americanos, moradores  da cidade que abriga os parques do Walt Disney World. 
 
Segundo ele, até segunda-feira o estado de apreensão por conta do furacão Dorian era maior por conta das primeiras mortes em Bahamas - cerca de 555 quilômetros de Orlando. O fenômeno atinge a costa do Estado da Flórida. Orlando fica na região mais central e escapou dos efeitos mais críticos provocados pelo furacão. 
 
O jornalista afirmou que o Dorian é o principal assunto no Estado há, pelo menos, cinco dias. 
 
De acordo com o Boletim do National Hurricane Center (NHC), o  furacão está classificado na categoria 2 - em escala que vai até 5. "Apesar do estado de apreensão dos norte-americanos, a situação, em Orlando, é aparentemente tranquila com algumas alterações na rotina. Os parques da Disney abriram para os turistas, mas, na terça-feira (3 de setembro), fecharam mais cedo. Na quarta-feira (4 de setembro) o funcionamento voltou ao normal", disse.
 
De acordo com o jornalista, os turistas brasileiros encontram, nesta semana, o  complexo de parques mais vazio. "Não há filas nas atrações. Por isso é possível aproveitar a maioria dos brinquedos e shows".
 
Ele conversou com taxistas de Orlando. Um deles foi o motorista paquistanês Ali Bába. Ele mora há 35 anos em Orlando. Disse que presenciou muitos alertas sobre furacões."É quase normal nesta época do ano", disse.
 
O noticiário, na Flórida, mantém os moradores atualizados, disse Edgar Leite. "É o principal assunto em todos os telejornais. Vi na tevê anúncios de campanhas de ajuda e orientações. O clima, no entanto, até agora é de aparente normalidade na cidade. Há uma consternação pela situação nas Bahamas. Mas, em Orlando a expectativa é de que tudo siga dentro dos padrões nos próximos dias", disse, lembrando que na cidade as prateleiras dos mercados continuam cheias, sem qualquer desabastecimento. "A situação é tranquila", completou.

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